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CONFIRA OS DEPUTADOS FEDERAIS DO PARANÁ QUE ASSINARAM A EMENDA QUE ADIA PARA 2036 O FIM DA ESCALA 6X1


Mais uma vez, parlamentares inimigos do povo demonstram o desprezo pela classe trabalhadora ao proporem emendas que aumentam a jornada de trabalho das atuais 44 horas para até 52 horas e retiram as conquistas previstas na Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT). 

Enquanto centrais sindicais, movimentos sociais e 71% da população querem reduzir a jornada e acabar com a escala 6 x1, eles apoiam jornadas exaustivas de até 52 horas que, na prática, regridem a legislação trabalhista em 38 anos – a jornada máxima semanal de 44 horas teve início em 1988.

Além disso, a emenda assinada propõe ainda: 

- Adiar para 2036 o fim da escala 6x1

- Redução da contribuição patronal do FGTS de 8% para 4%.

- Zerar temporariamente a contribuição empresarial à Previdência para novas contratações.

Após todos esses anos de luta da classe trabalhadora, quando finalmente a escala 5x2 com redução de jornada para 40 horas semanais sem redução salarial está próxima de ser aprovada pelo Congresso Nacional, 163 parlamentares, sendo a maioria de partidos de direita e extrema direita que se opõem ao governo Lula, não se envergonharam em assinar as emendas que precarizam as condições de trabalho. Uma vergonha. 


SAEMAC ORIENTA TRABALHADORES SOBRE RECEBIMENTO DE VALORES DAS AÇÕES COLETIVAS DOS 15 MINUTOS E DOS DSRs

O SAEMAC informa aos trabalhadores associados e representados pela entidade sindical que está disponível o procedimento para recebimento de créditos decorrentes de ações coletivas movidas pelo Sindicato. A medida atende acordo realizado junto ao Ministério Público do Trabalho (MPT). 

Os valores são referentes às ações coletivas relacionadas:

•À supressão do intervalo intrajornada de 15 minutos (RHU 3); 

•Aos reflexos do sobreaviso no Descanso Semanal Remunerado (DSR). 

O Sindicato reforça que todos os trabalhadores que fazem parte do acordo podem realizar o atendimento independentemente de serem filiados ou não à entidade sindical. 

Para organizar o pagamento, os trabalhadores devem entrar em contato com o Sindicato pelos canais oficiais, informando nome completo, CPF, RG, endereço atualizado, telefone e o local de preferência para retirada do valor (Curitiba ou Cascavel).

O pagamento será realizado em uma das sedes do Sindicato:

•Cascavel: Rua Mobral, 464 – Jardim Maria Luiza 

•Curitiba: Avenida Cândido de Abreu, 140 – salas 503 e 504 – Centro Cívico 

Após a conferência cadastral, o cheque será disponibilizado em até 15 dias para retirada no local indicado pelo trabalhador. 

O SAEMAC orienta que os trabalhadores que possuem valores a receber procurem a entidade para garantir o encaminhamento correto da documentação e o recebimento dos créditos.

Mais informações podem ser obtidas diretamente com o Sindicato:

•Cascavel: (45) 3223-5161 

•Curitiba: (41) 3333-5719 


SAEMAC APOIA CHAPA 50 NA ELEIÇÃO DO CRT-PR

Nos próximos dias 21 e 22 de maio, acontecem as eleições para o CRT-PR (Conselho Regional dos Técnicos Industriais do Paraná). É um importante momento do Conselho que vai eleger a primeira diretoria. 

Dessa forma, o SAEMAC declara apoio à Chapa 50, liderada pelo técnico em edificações Marcio Gamba, de Pato Branco, na eleição do Conselho Regional dos Técnicos Industriais do Paraná (CRT-PR).

Com a candidatura de Marcio Gamba e da Chapa 50, os técnicos industriais da Sanepar passam a contar com uma representação formada por quem conhece de perto a rotina, as demandas e os desafios enfrentados pelos trabalhadores do saneamento e dos diversos setores técnicos do estado.

“A participação dos trabalhadores da Sanepar neste processo é fundamental para fortalecer a representação dos técnicos industriais e garantir um conselho cada vez mais conectado com a realidade e os desafios da categoria no Paraná”, diz Marcio Gamba, que é ex-sanepariano.

A proposta da Chapa 50 é construir um CRT forte, democrático e voltado aos anseios dos técnicos industriais paranaenses, ampliando a valorização profissional, fortalecendo a atuação da categoria e defendendo os interesses dos trabalhadores.

O SAEMAC reforça a importância da participação dos técnicos industriais da Sanepar na eleição e convoca a categoria a apoiar a Chapa 50.

 “Os técnicos saneparianos são convocados para participar deste momento importante do seu Conselho e ajudar na construção de  um CRT que  valorize os técnicos industriais e seja mais próximo da categoria. A Chapa 50 tem todo esse requisito. Por isso, nosso apoio”, destaca o presidente do SAEMAC, Rodrigo Picinin. 

QUANDO ACONTECE A ELEIÇÃO
As eleições do CRT-PR (Conselho Regional dos Técnicos Industriais do Paraná) para o mandato 2026-2030 ocorrem online entre 12h00 do dia 21 de maio e 11h59 do dia 22 de maio de 2026. 

Data da Votação: 21 a 22 de maio de 2026

Onde Votar: Diretamente na plataforma Webvoto.

O que será eleito: Diretoria executiva e 15 conselheiros regionais (titulares e suplentes) do CRT-PR


SAEMAC É DESTAQUE NO 14º ENCONTRO NACIONAL DOS URBANITÁRIOS E REFORÇA LUTA EM DEFESA DO SANEAMENTO PÚBLICO E DA CATEGORIA

 Encontro reafirma o compromisso das entidades sindicais com a democracia, os serviços públicos e a construção de um país mais justo, soberano e com valorização da classe trabalhadora



O 14º Encontro Nacional dos Urbanitários (ENU), realizado em Natal (RN), nos últimos dias 7 e 8 de maio, reuniu mais de cem dirigentes sindicais de 17 estados e representantes de 34 entidades de todo o país em um amplo debate sobre os desafios enfrentados pelos trabalhadores urbanitários na luta em defesa dos serviços públicos essenciais no Brasil.

Durante dois dias de atividades, o encontro debateu temas estratégicos como os impactos das privatizações nos setores de saneamento e energia elétrica, transição energética, integração energética na América do Sul, mudanças climáticas, tarifa social, valorização profissional, democracia e soberania nacional. O evento reforçou a necessidade de construção coletiva de estratégias para defender os serviços públicos e os direitos da classe trabalhadora diante do avanço da precarização e da privatização.

A FENATEMA participou ativamente da programação com dirigentes de vários estados, reafirmando o compromisso da entidade com a defesa dos serviços públicos, da soberania nacional e dos direitos da classe trabalhadora. O presidente da FENATEMA, Eduardo Annunciato, o Chicão, destacou a importância do encontro em um momento de grandes desafios para os trabalhadores.

“O ENU é um espaço fundamental de unidade e organização dos urbanitários. Precisamos fortalecer a mobilização para defender os serviços públicos, combater as privatizações e garantir dignidade para os trabalhadores e para a população”, afirmou Chicão.

A mesa de abertura contou com importantes lideranças do movimento sindical e político nacional, entre elas Pedro Damásio (FNU), Rodrigo Picinin (FENATEMA/SAEMAC), Ariovaldo Camargo (CUT Nacional), além do próprio Chicão, representando a CNTI.

LUTA NO PARANÁ É DESTAQUE
O SAEMAC marcou presença no encontro levando para o debate nacional a realidade enfrentada pelos trabalhadores do saneamento no Paraná, especialmente os impactos das Parcerias Público-Privadas (PPPs), das tentativas de privatização e da precarização das condições de trabalho e dos direitos da categoria.

O presidente do SAEMAC, Rodrigo Picinin, participou da mesa “Unificação dos ACTs e Valorização no Saneamento: Desafios da Transição Público-Privado e a Necessidade de um Piso Nacional”, ao lado de dirigentes de diversas entidades do país. 

O debate destacou os riscos da transferência de serviços públicos para a iniciativa privada e a necessidade de fortalecer as empresas públicas de saneamento como instrumento fundamental para garantir qualidade no atendimento à população e respeito aos trabalhadores.

Além do presidente de Rodrigo Picinin, representaram o SAEMAC no encontro os diretores Pedro de Morais, Oziel Gonçalves da Silva, Romerito Faria Santos, Carlos Mereles e Jean Cardozo.

A participação do SAEMAC no 14º ENU reforça a importância da unidade nacional da categoria urbanitária na luta em defesa do saneamento público, dos direitos dos trabalhadores e de um modelo de desenvolvimento que priorize o interesse da população acima do lucro privado.

O encontro terminou reafirmando o compromisso das entidades sindicais com a democracia, os serviços públicos e a construção de um país mais justo, soberano e com valorização da classe trabalhadora.

A FRAUDE DA PRIVATIZAÇÃO: AEGEA REVELA ROMBO BILIONÁRIO


Matéria do Jornal Metrópoles mostrou que, após uma revisão contábil, a AEGEA — empresa que vem liderando privatizações do saneamento no Brasil — constatou o desaparecimento de cerca de R$ 5 bilhões do patrimônio e reduziu significativamente o lucro divulgado anteriormente, evidenciando fragilidades na gestão e na transparência do setor privado.

Isso não é um detalhe técnico. É um alerta grave. Empresas privadas que operam serviços essenciais, como água e esgoto, lidam diretamente com a vida da população. Quando há instabilidade financeira, quem sofre não são apenas os investidores, mas principalmente os usuários e os trabalhadores.

TRABALHADORES SÃO OS PRIMEIROS A PAGAR O PATO
O rombo fez com que a empresa tivesse sua nota de crédito rebaixada por agências financeiras. Na prática, isso significa maior custo de financiamento para a AEGEA. E é justamente aí que mora o perigo: pela lógica do mercado, a tendência é tentar recuperar essa conta aumentando tarifas, reduzindo investimentos e cortando custos operacionais.

E quando o assunto é corte de custos, os trabalhadores costumam ser os primeiros atingidos. A experiência em processos de privatização mostra que o caminho normalmente passa pela precarização das condições de trabalho, pressão por metas abusivas, redução de direitos, terceirizações e arrocho salarial. Ou seja: além da população correr o risco de pagar tarifas mais caras, os trabalhadores também acabam pagando a conta da má gestão privada.

Outro ponto grave é que o saneamento privatizado passa a ficar sujeito às oscilações do mercado financeiro. Decisões estratégicas deixam de priorizar o planejamento de longo prazo e a universalização do serviço para atender prioritariamente interesses de rentabilidade e retorno aos investidores.

IMAGEM DA SANEPAR TAMBÉM É ATINGIDA
A situação também acende um alerta para a própria imagem da Sanepar. A companhia paranaense mantém parceria com a AEGEA nas PPPs do saneamento, justamente em um momento em que a empresa privada enfrenta questionamentos sobre transparência, patrimônio e gestão financeira. 

Para uma empresa que busca construir uma imagem ligada ao ESG e à responsabilidade social, permanecer “de mãos dadas” com um modelo cercado de polêmicas pode representar desgaste perante a população e os próprios trabalhadores.

A MENTIRA DA PRIVATIZAÇÃO
A história recente da AEGEA, apresentada como uma “grande aposta” do mercado, ajuda a revelar um problema estrutural do modelo de privatização do saneamento: quando o foco principal passa a ser o retorno financeiro, o interesse público fica em segundo plano.

“Esse caso da AEGEA é só mais uma demonstração da fraude que representam muitas privatizações no Brasil. Não melhoram a vida da população e ainda deixam trabalhadores e usuários expostos às consequências da má gestão privada. O saneamento não pode ser tratado como ativo financeiro. Água é direito básico e serviço essencial e é por isso que somos contrários à privatização”, resume o presidente do SAEMAC, Rodrigo Picinin.