/* */

SAEMAC INFORMA: PRAZO DE OPOSIÇÃO SERÁ A PARTIR DO RECEBIMENTO DO PPR



O SAEMAC informa que o prazo para entrega das cartas de oposição à contribuição assistencial será de 10 (dez) dias corridos, contados a partir do dia seguinte da data de recebimento do pagamento do Programa de Participação nos Resultados (PPR) da Sanepar.  Como a previsão é que o pagamento seja efetuado no dia 30 de junho, o prazo para a oposição vai iniciar dia 1º de julho e vai até o dia 10 do mesmo mês. 

Os trabalhadores deverão observar o prazo estabelecido e realizar a entrega da carta conforme as orientações divulgadas pelo Sindicato.


SAEMAC COBRA MUDANÇAS EM PROCESSOS DE APURAÇÃO DE ACIDENTES NA SANEPAR

Sindicato denuncia procedimento que fere o direito de defesa dos trabalhadores

O SAEMAC protocolou junto à SANEPAR um ofício solicitando esclarecimentos e mudanças imediatas nos procedimentos internos de apuração de acidentes de trânsito envolvendo trabalhadores da companhia. A iniciativa foi tomada após o Sindicato receber denúncias de empregados que relataram situações de constrangimento e falta de garantias básicas de defesa durante as investigações internas.

De acordo com o documento encaminhado à empresa, trabalhadores envolvidos em acidentes estariam sendo submetidos a interrogatórios realizados perante colegas de trabalho, que posteriormente participariam da análise e do julgamento dos fatos. Para o SAEMAC, esse modelo possui caráter inquisitório e não oferece as garantias mínimas previstas na Constituição Federal, como o contraditório, a ampla defesa e o devido processo legal.

O Sindicato entende que nenhum trabalhador pode ser colocado em situação de vulnerabilidade ou constrangimento durante processos de apuração interna. Além disso, destaca que a responsabilidade pela análise de ocorrências deve ser exercida por comissões tecnicamente habilitadas, imparciais e preparadas para conduzir investigações dessa natureza.

No ofício, o SAEMAC exige que a SANEPAR informe formalmente quais normas e regulamentos embasam o procedimento atualmente adotado, além de garantir aos trabalhadores o acesso prévio às informações e provas relacionadas aos casos investigados. O Sindicato também reivindica o direito de acompanhamento por advogado ou representante sindical em todas as etapas do processo.

Outro ponto central da manifestação é a solicitação para que seja suspensa imediatamente a prática de submeter trabalhadores a depoimentos perante colegas que, ao mesmo tempo, exercem papel de julgadores. Segundo o Sindicato, esse método compromete a imparcialidade da apuração e viola princípios fundamentais de proteção ao trabalhador.

Para o SAEMAC, defender os direitos da categoria significa também garantir que qualquer procedimento disciplinar seja conduzido com transparência, respeito e segurança jurídica. O Sindicato acompanhará o caso e, caso não haja adequação dos procedimentos por parte da empresa, não descarta a adoção das medidas administrativas e judiciais cabíveis para assegurar a proteção dos trabalhadores.

“A defesa dos trabalhadores não se limita às questões salariais e econômicas. É papel do Sindicato atuar sempre que direitos fundamentais forem colocados em risco. Nenhum empregado pode ser submetido a julgamentos sem o pleno exercício do direito de defesa e sem o respeito às garantias constitucionais”, destaca o presidente do SAEMAC, Rodrigo Picinin.

CONFIRA O OFÍCIO DO SAEMAC:

OLHO ABERTO, TRABALHADOR: ESPOSA DE SERGIO MORO VOTOU CONTRA OS TRABALHADORES


A votação que aprovou o fim da escala 6x1 e a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais marcou mais um capítulo da luta histórica da classe trabalhadora brasileira. Foi a mobilização popular, a pressão dos Sindicatos e a organização dos trabalhadores que fizeram a diferença e garantiram essa importante vitória.

 Entre os 22 parlamentares que votaram contra a proposta (o número não deixa de ser uma ironia do destino pelo que representa)  estava a deputada federal Rosangela Moro (PL/SP). O voto contra os trabalhadores é bem revelador. Afinal, ela é esposa de Sérgio Moro, que quer ser candidato ao governo do Paraná nas eleições deste ano.

 É impossível ignorar o significado político dessa situação. Afinal, projetos políticos não se constroem isoladamente. Eles refletem visões de mundo, prioridades e interesses. É o que diz o ditado popular: Diz-me com quem andas, que te direi quem és.

 É fato que o casal Moro defende ideias que vão totalmente contra os trabalhadores. Não é novidade que defendem uma turma que são a favor de privatização, diminuição de direitos, prevalência do sistema financeiro e toda a ladainha de mais mercado, menos povo propagado por essa gente. 

 O posicionamento de Rosangela é um alerta para o trabalhador do Paraná que corre o risco de ter Sergio Moro como governador. Afinal, quem se opõe a uma medida que garante mais tempo para a família, para o descanso, para o estudo e para a qualidade de vida já mostra o que pensa. Cabe agora ao povo paranaense definir se quer essa postura no Paraná ou não. Olho aberto, trabalhador.

LUTA DO SAEMAC GARANTE R$ 28,4 MIL DE PPR PARA O SANEPARIANO

A  Sanepar divulgou hoje (27/05), o valor do PPR 2026 dos trabalhadores. Com 100% das metas atingidas, o valor a ser pago será de R$ 28.482,56. 

O resultado, além de ser efeito do esforço e dedicação do trabalhador no atingimento das metas, também só foi possível graças à luta e persistência do SAEMAC em bater o pé para garantir em acordo a inclusão dos precatórios. 

Durante as negociações,  o Sindicato foi enfático em manter o posicionamento de que os trabalhadores também tinham direito de receber parte dos recursos dos precatórios.  

“Esse resultado representa uma vitória construída na base da luta e da resistência reforça a importância de uma representação sindical forte e comprometida com os interesses da categoria. Foi essa postura que garantiu esse resultado robusto”, afirma o presidente do SAEMAC, Rodrigo Picinin. 


CONFIRA OS DEPUTADOS FEDERAIS DO PARANÁ QUE ASSINARAM A EMENDA QUE ADIA PARA 2036 O FIM DA ESCALA 6X1


Mais uma vez, parlamentares inimigos do povo demonstram o desprezo pela classe trabalhadora ao proporem emendas que aumentam a jornada de trabalho das atuais 44 horas para até 52 horas e retiram as conquistas previstas na Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT). 

Enquanto centrais sindicais, movimentos sociais e 71% da população querem reduzir a jornada e acabar com a escala 6 x1, eles apoiam jornadas exaustivas de até 52 horas que, na prática, regridem a legislação trabalhista em 38 anos – a jornada máxima semanal de 44 horas teve início em 1988.

Além disso, a emenda assinada propõe ainda: 

- Adiar para 2036 o fim da escala 6x1

- Redução da contribuição patronal do FGTS de 8% para 4%.

- Zerar temporariamente a contribuição empresarial à Previdência para novas contratações.

Após todos esses anos de luta da classe trabalhadora, quando finalmente a escala 5x2 com redução de jornada para 40 horas semanais sem redução salarial está próxima de ser aprovada pelo Congresso Nacional, 163 parlamentares, sendo a maioria de partidos de direita e extrema direita que se opõem ao governo Lula, não se envergonharam em assinar as emendas que precarizam as condições de trabalho. Uma vergonha.