/* */

SAEMAC COBRA TRANSPARÊNCIA DA SANEPAR E NÃO ACEITARÁ PREJUÍZOS AOS TRABALHADORES EM MUDANÇAS NO PAGAMENTO DE QUILOMETRAGEM


O SAEMAC protocolou ofício junto à Sanepar, nesta quinta-feira (25/06) cobrando explicações da Sanepar sobre mudanças nos critérios utilizados para o deslocamento de empregados em serviço e no pagamento da indenização por quilometragem. A entidade recebeu denúncias dos trabalhadores de que, em algumas localidades, a Companhia teria deixado de disponibilizar veículos oficiais, passando a exigir a utilização de veículos particulares, além de alterar os critérios para cálculo dos trajetos indenizáveis. 

Para o Sindicato, qualquer alteração que represente transferência de custos ao trabalhador ou redução de direitos precisa ser amplamente esclarecida e debatida.

Dessa forma,  o SAEMAC solicita informações sobre a política adotada pela empresa, os fundamentos técnicos das mudanças, os critérios atualmente utilizados para calcular a quilometragem, eventuais revisões dos trajetos indenizáveis e se houve estudo de impacto financeiro antes da implementação das alterações. 

O presidente do SAEMAC, Rodrigo Picinin, reforça que o Sindicato está atento e não permitirá que os trabalhadores arquem com prejuízos decorrentes de decisões administrativas.

"O trabalhador não pode pagar a conta por mudanças feitas pela empresa. Se houve alteração nos critérios de deslocamento ou no cálculo da quilometragem, a Sanepar precisa explicar de forma transparente quais foram os motivos e garantir que nenhum empregado seja prejudicado. O SAEMAC acompanhará esse tema de perto e tomará todas as medidas necessárias para defender os direitos da categoria", enfatiza, Picinin. 

O papel do Sindicato é fiscalizar permanentemente as relações de trabalho e agir preventivamente sempre que houver indícios de medidas que possam afetar a remuneração ou as condições de trabalho dos empregados.

O SAEMAC destaca que o protocolo tem justamente esse objetivo: garantir transparência, preservar os direitos da categoria e evitar que trabalhadores utilizem seus próprios veículos para atender às necessidades da empresa sem a devida compensação financeira. 

A entidade agora aguarda a resposta oficial da Sanepar e, a partir das informações prestadas pela Companhia, avaliará os próximos encaminhamentos. O Sindicato reafirma que continua vigilante  para impedir qualquer medida que represente perdas aos trabalhadores, mantendo seu compromisso permanente com a defesa da categoria.

PRESIDENTE DA SANEPAR DIZ À CNN QUE PRIVATIZA A EMPRESA NÃO É MELHOR MODELO


Em entrevista à CNN, o presidente da Sanepar, Wilson Bley, afirmou que a privatização da empresa não é o melhor modelo para o Paraná neste momento. Segundo ele, a companhia apresenta resultados consistentes, possui capacidade própria de investimento e não enfrenta dificuldades que justifiquem a venda do controle acionário.

Bley destacou que a privatização poderia gerar apenas uma arrecadação pontual ao Estado, sem garantir melhorias permanentes nos serviços prestados à população. Ele também defendeu que a gestão do saneamento deve considerar as características e necessidades específicas do Paraná, e não simplesmente reproduzir modelos adotados em outros estados.

Atualmente, a Sanepar atende 99% da população com abastecimento de água e cerca de 83% com coleta de esgoto, além de trabalhar para antecipar a universalização dos serviços para 2029, quatro anos antes da meta nacional estabelecida pelo novo marco legal do saneamento.

Para o presidente da companhia, manter a Sanepar sob controle público é a melhor alternativa para garantir planejamento de longo prazo, investimentos contínuos e a preservação de um serviço essencial para a população paranaense.


PPR 2026: O SAEMAC VAI PREMIAR QUEM FORTALECE A LUTA!

Os trabalhadores associados que
NÃO APRESENTAREM CARTA DE OPOSIÇÃO DO PPR estarão automaticamente participando de um grande sorteio promovido pelo SAEMAC.

Além de contribuir para manter um Sindicato forte, independente e preparado para defender os direitos da categoria, você ainda concorre a prêmios incríveis.

PRÊMIOS

1º: MOTOCICLETA ZERO KM

2º: TELEVISOR 55 POL

3º CAIXA DE SOM JBL PARTYBOX

4º: TELEVISOR 40 POL

5º: CAIXA DE SOM JBL CHARGE 6B

Quanto mais forte for o Sindicato, maior será nossa capacidade de conquistar avanços, defender direitos e garantir benefícios para todos os trabalhadores.

PRAZO PARA OPOSIÇÃO
O prazo para entrega das cartas de oposição à contribuição assistencial será de 10 (dez) dias corridos, contados a partir do dia seguinte da data de recebimento do pagamento do Programa de Participação nos Resultados (PPR) da Sanepar.  Como a previsão é que o pagamento seja efetuado no dia 30 de junho, o prazo para a oposição vai iniciar dia 1º de julho e vai até o dia 10 do mesmo mês. 

Porém, os trabalhadores associados que não fizerem oposição, concorrerão aos prêmios. Participe da promoção, sanepariano e sanepariana. Fortaleça o Sindicato que luta por você todos os dias.


SAEMAC INFORMA: PRAZO DE OPOSIÇÃO SERÁ A PARTIR DO RECEBIMENTO DO PPR



O SAEMAC informa que o prazo para entrega das cartas de oposição à contribuição assistencial será de 10 (dez) dias corridos, contados a partir do dia seguinte da data de recebimento do pagamento do Programa de Participação nos Resultados (PPR) da Sanepar.  Como a previsão é que o pagamento seja efetuado no dia 30 de junho, o prazo para a oposição vai iniciar dia 1º de julho e vai até o dia 10 do mesmo mês. 

Os trabalhadores deverão observar o prazo estabelecido e realizar a entrega da carta conforme as orientações divulgadas pelo Sindicato.


SAEMAC COBRA MUDANÇAS EM PROCESSOS DE APURAÇÃO DE ACIDENTES NA SANEPAR

Sindicato denuncia procedimento que fere o direito de defesa dos trabalhadores

O SAEMAC protocolou junto à SANEPAR um ofício solicitando esclarecimentos e mudanças imediatas nos procedimentos internos de apuração de acidentes de trânsito envolvendo trabalhadores da companhia. A iniciativa foi tomada após o Sindicato receber denúncias de empregados que relataram situações de constrangimento e falta de garantias básicas de defesa durante as investigações internas.

De acordo com o documento encaminhado à empresa, trabalhadores envolvidos em acidentes estariam sendo submetidos a interrogatórios realizados perante colegas de trabalho, que posteriormente participariam da análise e do julgamento dos fatos. Para o SAEMAC, esse modelo possui caráter inquisitório e não oferece as garantias mínimas previstas na Constituição Federal, como o contraditório, a ampla defesa e o devido processo legal.

O Sindicato entende que nenhum trabalhador pode ser colocado em situação de vulnerabilidade ou constrangimento durante processos de apuração interna. Além disso, destaca que a responsabilidade pela análise de ocorrências deve ser exercida por comissões tecnicamente habilitadas, imparciais e preparadas para conduzir investigações dessa natureza.

No ofício, o SAEMAC exige que a SANEPAR informe formalmente quais normas e regulamentos embasam o procedimento atualmente adotado, além de garantir aos trabalhadores o acesso prévio às informações e provas relacionadas aos casos investigados. O Sindicato também reivindica o direito de acompanhamento por advogado ou representante sindical em todas as etapas do processo.

Outro ponto central da manifestação é a solicitação para que seja suspensa imediatamente a prática de submeter trabalhadores a depoimentos perante colegas que, ao mesmo tempo, exercem papel de julgadores. Segundo o Sindicato, esse método compromete a imparcialidade da apuração e viola princípios fundamentais de proteção ao trabalhador.

Para o SAEMAC, defender os direitos da categoria significa também garantir que qualquer procedimento disciplinar seja conduzido com transparência, respeito e segurança jurídica. O Sindicato acompanhará o caso e, caso não haja adequação dos procedimentos por parte da empresa, não descarta a adoção das medidas administrativas e judiciais cabíveis para assegurar a proteção dos trabalhadores.

“A defesa dos trabalhadores não se limita às questões salariais e econômicas. É papel do Sindicato atuar sempre que direitos fundamentais forem colocados em risco. Nenhum empregado pode ser submetido a julgamentos sem o pleno exercício do direito de defesa e sem o respeito às garantias constitucionais”, destaca o presidente do SAEMAC, Rodrigo Picinin.

CONFIRA O OFÍCIO DO SAEMAC: