Acesse a consulta pública e deixe seu recado exigindo que a AGEPAR mantenha a garantia dos 25% dos precatórios para investimento na Sanepar
A recente mudança de postura da Agepar (Agência Reguladora do Paraná) sobre os precatórios acendeu um sinal de alerta para toda a categoria e para a população.
No final do ano passado, a agência reguladora havia definido, por meio de norma técnica, uma distribuição equilibrada dos precatórios devidos à Sanepar: 75% dos valores seriam destinados à modicidade tarifária (redução das contas) e 25% seriam incorporados ao lucro líquido da companhia, garantindo investimentos em saneamento e melhorias estruturais.
Agora, de forma injustificável, a AGEPAR revogou esse entendimento e abriu consulta pública propondo a destinação de 100% dos recursos diretamente para a fatura, eliminando a parcela que garantiria investimentos na empresa.
“Essa mudança é prejudicial em vários níveis. Sem os 25% destinados ao lucro da Sanepar, a empresa perde capacidade de investimento, comprometendo a expansão e a qualidade dos serviços prestados à população. Além disso, essa decisão impacta diretamente os trabalhadores, pois enfraquece a base que sustenta a Participação nos Resultados (PPR)”, diz o presidente do SAEMAC Rodrigo Picinin.
O SAEMAC defende uma solução equilibrada, que atenda tanto a população quanto a sustentabilidade da empresa: 75% na fatura e 25% revertidos em investimentos. Esse modelo garante benefício imediato ao usuário sem abrir mão do desenvolvimento do saneamento no Paraná.
PARTICIPE DA CONSULTA PÚBLICA, TRABALHADOR
Diante dessa situação, é fundamental a mobilização Dos saneparianos e saneparianas. A consulta pública está aberta até o dia 28/04, e cada trabalhador pode e deve participar.
Ao acessar o sistema, manifeste-se de forma clara: defenda a manutenção da proposta original da AGEPAR e se posicione contra a distribuição total dos recursos na fatura.
Mobilize também familiares e amigos. Essa luta é coletiva. O momento exige unidade e ação. Caso a AGEPAR insista em ignorar o interesse público e o equilíbrio do setor, o Sindicato já sinaliza que não estão descartadas mobilizações presenciais e protestos em frente da entidade.
“Não podemos aceitar decisões que enfraquecem a empresa, prejudicam os trabalhadores e comprometem o futuro do saneamento. A hora de agir é agora”, convoca Picinin.
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