/* */

FÉRIAS: DESCONECTAR DO TRABALHO E DESCANSAR ESTÃO ENTRE SEUS DIREITOS E A EMPRESA NÃO PODE INTERROMPER ESSE PERÍODO

Benefício, conquistado com muita luta pelos(as) trabalhadores(as) é para recuperar energias. Se for desrespeitado, empresa deve ser denunciada


Ter um celular hoje em dia é sinônimo de conexão com o mundo todo em tempo real. Serviços como WhatsApp, Facebook, Messenger e Skype tornam qualquer um localizável, de fácil acesso e contato. O problema é que algumas empresas estão utilizando esses serviços para impossibilitar que o trabalhador aproveite plenamente seu período de férias. A empresa pode fazer isso? 

A resposta é um grande NÃO. O empregador não pode pedir ao empregado para voltar ao trabalho. Nem para dar uma “passadinha rápida” para resolver algum problema, por exemplo, ou qualquer intromissão no descanso do trabalhador. O direito ao período de férias está tanto na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) como na Constituição Federal, por isso é inadmissível interrompê-las.

Desconectar do trabalho e descansar estão entre direitos dos trabalhadores e trabalhadoras no período de férias, e nem a digitalização e a falta de sensibilidade dos patrões podem ignorar este benefício. E se ignorarem, o direito tem de ser discutido na Justiça. A afirmação é do advogado e sócio da LBS Advogados, Fernando José Hirsch.

Segundo ele, o trabalhador formal, aquele que tem carteira assinada, após o período de 12 meses tem direito ao gozo de 30 dias de descanso, acrescido do abono de 1/3. E o direito à desconexão pode não estar desta forma na Lei, mas é direito do trabalhador usufruir dos descansos sem ter, desta forma, qualquer contato com o trabalho, ou seja, direito de se desconectar, totalmente, dos seus serviços.

“O objetivo das férias é o descanso físico e psicológico para que recupere suas energias inclusive se desconectando das atividades do empregador. Não existe férias híbridas, trabalha um dia e folga no outro, por mais que a legislação não use o termo desconexão, a doutrina jurídica usa este termo”, afirma o advogado.

E caso, o trabalhador ou a trabalhadora fique apreensivo com o desemprego, medo de negar serviço ou algo parecido e assuma alguma tarefa neste período de férias Fernando disse que é para guardar os comprovantes  do serviço executado.

“Se  a empresa se negar a dar os dias de descanso pelo trabalho nas férias, a gente orienta que este trabalhador denuncie ao seu sindicato, que tomará as medidas adequadas. A justiça via entidade sindical é gratuita, mas o trabalhador pode discutir esse caso judicialmente no Ministério Público do Trabalho se o desrespeito for coletivo no local de trabalho”, explica Fernando.

Teletrabalho
Quem está de home-office ou teletrabalho tem direito ao período de férias de 30 dias do mesmo jeito como qualquer outro trabalhador, depois de 12 meses de trabalho. Durante o período de férias não se deve trabalhar, “assim como os que continuaram seus trabalhos presencialmente. Não é porque está trabalhando de casa que terá que trabalhar nas férias também”, comenta o advogado.

Pandemia e férias
O que não dá para descansar no período de férias são os cuidados sanitários, alerta o advogado, que destaca: “Férias é desligar computador, não ver e-mail da empresa é de fato se recuperar do desgaste do ano, mas é bom continuar se cuidando. Quem puder fique em casa e quem precisar sair use máscara, álcool gel, mantenha distância e se cuide. O período de descanso não significa relaxamento das regras”.

Uso do WhatsApp nas férias prejudica o descanso
O médico e auditor-fiscal Francisco Luis Lima aconselha que o trabalhador evite carregar o celular para todo canto durante as férias, a fim de evitar que o uso do WhatsApp, especialmente os grupos de trabalho, afete a sua saúde mental.

“É o mal do século 21. Você vai a um restaurante e estão todos olhando para o celular, respondendo mensagens. As pessoas estão ‘plugadas’ no trabalho 24 horas por dia. Com a desculpa de vestir a camisa da empresa, vão acabar vestindo uma camisa de força”, disse  Francisco Luis Lima.

“O trabalhador tem direito de dizer que não quer participar desses grupos, de não ser incomodado em seu período de descanso e não ser discriminado em seu ambiente de trabalho por essa opção”.

Segundo o auditor fiscal, são cada vez mais comuns os relatos de pessoas incomodadas por serem obrigadas pelas empresas a participar de grupos de trabalho pelo WhatsApp.

O temor de perder o emprego por não responder as mensagens dos chefes, mesmo no período de férias, tem sido comum, especialmente em épocas de recordes de desemprego, diz o advogado José Eymard Loguercio.

“É comum ouvir do trabalhador que sofre pressão psicológica de que se não atender a chefia, mesmo em férias, ele poderá ser dispensado e sua insegurança aumenta ainda mais com o alto índice de desemprego”.

Ele conta que o chamado ‘período de desconexão’ tem sido cada vez mais desrespeitado com a facilidade de comunicação, seja por e-mail corporativo ou pelo WhatsApp.

“O desrespeito é tão comum que alguns países regulamentaram o direito de ‘desconexão’ do trabalhador. No Brasil, não temos isso previsto na legislação, mas no período de férias está implícito este direito”, explica o advogado.

Caso o trabalhador ou a trabalhadora sintam que seu direito ao descanso está sendo desrespeitado, devem procurar seus sindicatos e denunciar a prática da empresa ou do chefe, recomenda o advogado trabalhista.

“Se desrespeitam um, desrespeitam outros. É importante procurar o sindicato para que seus dirigentes orientem a melhor forma de garantir seus direitos”.

Confira o que diz a CLT sobre o direito das férias:
– Todo trabalhador e trabalhadora tem direito a 30 dias de férias, após 12 meses de trabalho

– Só é permitida a ‘venda’ de 10 dias de férias

– O empregador deverá efetuar o pagamento das férias até dois dias antes do período

– A partir da 6ª falta não justificada durante o período aquisitivo, o trabalhador pode ter esses dias descontados do período das férias

– Integrantes da mesma família que trabalhem na mesma empresa têm direito a tirar férias no mesmo período

– Estudantes têm o direito de conciliar as férias escolares com a do trabalho

– Demitido sem justa causa antes de completar 12 meses de trabalho têm direito à remuneração relativa ao período incompleto

– O início das férias não pode coincidir com a antevéspera ou a véspera de feriados e do repouso semanal remunerado – a ideia é que o empregado não seja prejudicado com férias de períodos curtos, que de alguma forma já incluam feriados e o repouso, e assim ele tenha menos dias de descanso. Férias a partir deste período só por necessidade do próprio trabalhador.

– O trabalhador não pode prestar serviço a outra empresa, exceto se essa condição estiver exigida em outro contrato de trabalho regular.

Fonte: CUT


FALCATRUA À VISTA. OLHO ABERTO CONTRA O CONTO DO VIGÁRIO DO GOVERNO E DA SANEPAR SOBRE O PPR

A lei  que deu fim à obrigatoriedade da distribuição igualitária do  PPR só entra em vigor em  2023, depois das eleições de 2022



Cobrada pelo SAEMAC sobre o projeto jabuti do governo estadual que dá fim à lei 16.560, que estabelece a distribuição igualitária do PPR, a Sanepar se pronunciou através de email dizendo que, apesar da revogação, o trabalhador pode ficar tranquilo pois vai manter o PPR linear, inclusive já querendo agendar reunião para o começo de 2021 para debater o PPR desse ano. 

Ora, não há motivo nenhum para tranquilidade. É claro que em 2021 e 2022 o PPR vai ser linear pois a lei que deu fim à obrigatoriedade da distribuição igualitária do PPR só entra em vigor em 1º de janeiro de 2023. Aí é que o bicho pega. Aí é que queremos ver qual vai ser o comportamento da empresa. Jogar a validade da lei para 2023 não é nenhuma coincidência, mas uma  uma jogada muito bem pensada  de Ratinho Junior que vai tentar a reeleição em 2022. 

Essa situação do PPR revela bem o  mau caratismo do governador, que só conseguiu aprovar o fim da distribuição igualitária do PPR através de um jabuti que tratava de energia rural, ou seja através de uma falcatrua. Agora joga a validade da lei para o início de 2023, com o objetivo bem pensado de tentar enganar os trabalhadores por causa das eleições de 2022. Um covarde. Pois vai cair do cavalo. Não vamos esquecer do cara que preferiu acabar com uma lei justa  e prejudicar os trabalhadores para favorecer a cúpula das estatais e os acionistas. Uma sem vergonhice da braba. 

Em relação ao email da empresa também não dá para manter nenhuma tranquilidade. Se a  empresa realmente estivesse preocupada com os trabalhador teria se manifestado antes sobre o jabuti de Ratinho Junior, teria tentado agir junto ao governo e aos deputados para barrar a falcatrua. Ficaram em silêncio com o rabo entre as pernas. Esperar o que de uma diretoria puxa saco, formada por um bando de comissionados. Esses caras não estão nem aí para o trabalhador e a Sanepar. Seu único comprometimento é com o próprio bolso. São da mesma laia de Ratinho Junior. Falam uma coisa hoje, amanhã já falam outra. Então não dá para ficar tranquilo mesmo. Sobre o PPR de 2021 e de 2022, vão pagar o linear porque a lei obriga. Em 2023 é que  bicho pega. Não vamos cair no conto do vigário. 

De nossa parte, vamos ficar em cima da empresa cobrando o comprometimento com a distribuição igualitária para depois de 2023. Queremos estabelecer em acordo essa obrigatoriedade. E para isso, vamos precisar da mobilização do trabalhador. Não dá para dormir do ponto. Ou vamos para a pressão ou corremos o risco de ver a maior parte do PPR indo para os bolsos da diretoria e dos acionistas que ficam no ar condicionado, enquanto o trabalhador, que é quem coloca a mão na massa de verdade suando o dia inteiro, fica com as migalhas.  O governo e a empresa já mostraram  de que lado estão. Ou o trabalhador se une ou vai ser retrocesso atrás de retrocesso. Fiquemos atentos às orientações do Sindicato e na hora que for para ir para a luta, temos que ir. 

CONFIRA A REDAÇÃO QUE DETERMINA A VALIDAÇÃO DA LEI QUE ACABA COM A PPR LINEAR PARA 2023 E O EMAIL DA SANEPAR COM O CONTO DO VIGÁRIO DE QUE O PPR 2021 VAI CONTINUAR SENDO LINEAR






SAEMAC ENTREGA CARTA PEDINDO A DERRUBADA DOS VETOS DO SANEAMENTO PARA O DEPUTADO FEDERAL SCHIAVINATO



O secretário-geral do Sindicato, Oziel Gonçalves da Silva, se encontrou  hoje (21), pela manhã,  com o  deputado federal José Carlos Schiavinato (PP\PR) para pedir o apoio do deputado na luta pela derrubada dos vetos do presidente Jair Bolsonaro aos artigos 14 e 16 do novo Marco do Saneamento. A  análise  dos vetos está no Senado Federal e já foi pautada diversas vezes, mas nunca entrou em votação. Desse modo, o SAEMAC e diversas entidades sindicais tem procurado deputados e senadores para  pedir  apoio em defesa das empresas públicas de saneamento de modo a continuarem garantindo o acesso à água e o saneamento para todos os brasileiros. 

No encontro de hoje, Oziel entregou uma carta expondo os motivos porque a derrubada dos vetos é necessária (confira o teor da carta abaixo). O deputado se mostrou receptivo à reivindicação do Sindicato e, apesar de deixar claro que é uma luta difícil a derrubada, disse que é uma discussão que precisa ser travada pelo movimento sindical. “A derrubada dos vetos é difícil porque o governo tem a maioria no Congresso. Por outro lado, é a pressão do movimento sindical e da sociedade que pode mudar a situação à favor da empresa pública”, falou o deputado que também disse estar cobrando do governo do Paraná e do presidente da Sanepar, Claudio Stabile, para que tomem uma posição e a exponham para a sociedade paranaense. Por enquanto, permanece o silêncio, tanto do governo estadual como da Sanepar. 

“Estamos na luta buscando os deputados e senadores do Paraná para pedir que apoiem nossas empresas e derrubem os vetos. A Sanepar, por exemplo, é um empresa premiada e reconhecida internacionalmente pela qualidade e eficiência. Manter os vetos é prejudicar todo esse legado e dar de mão beijada toda essa história e patrimônio  para o capital privado. Precisamos pressionar os congressistas para que não permitam isso”, disse Oziel, após o encontro. 

Confira abaixo a carta que está sendo entregue aos deputados: 







NOVA DIRETORIA DO SAEMAC TOMA POSSE PARA A GESTÃO 2021\2024*



*Com informações da Dra. Karina Pimenta Jorge

Prometendo muito trabalho em defesa dos trabalhadores, a  nova diretoria do Sindicato  para a gestão 2021\2024 foi empossada no último sábado (19), na sede do SAEMAC, em Cascavel. Devido à pandemia e o decreto governamental que proíbe aglomerações, a cerimônia de posse aconteceu de forma reservada com a presença somente da diretoria executiva e com todos os cuidados determinados pelas autoridades sanitárias.  Em seu discurso de posse, o novo presidente do SAEMAC, Rodrigo Picinin,  falou sobre sua trajetória de 18 anos como funcionário da Sanepar e  sobre a luta em defesa dos trabalhadores. 

“Estamos tomando posse num contexto de ataque aos nossos direitos tanto nacionalmente, como localmente. Nos comprometemos a lutar para resistir a esses ataques e para buscar sempre a melhoria de vida dos trabalhadores de modo a honrar o voto que nos foi confiado”, disse Picinin.

Ao passar o bastão para a nova diretoria, o ex-presidente Gerti Nunes fez um histórico do Sindicato, que completa 25 anos em 2021, citando a luta pela criação do Sindicato  com o desmembramento do Stiupar, o qual tinha abrangência muito maior, mas não atendia às necessidades dos trabalhadores do interior e como o SAEMAC nasceu se  propondo a ter uma nova visão e filosofia de trabalho, com defesa mais incisiva dos trabalhadores;  A a criação da CrediSanepar, com o intuito de proporcionar auxílio financeiro aos Sanepariano; A ampliação da base para Curitiba; A luta para construção da sede do Sindicato em Cascavel; A batalha para compra da colônia de férias no litoral que foi estruturada do zero; Lembrou da luta pelo PPR linear, conquista que vem sofrendo ataques do atual governo do Estado e pediu empenho da nova diretoria na luta para defender os trabalhadores. “Só com luta é que os direitos são reconhecidos. Desejo que os novos representantes e novos membros da Diretoria possam dar continuidade ao trabalho, enfrentando os desafios  que surgirem, o maior deles, o de buscar envolver os trabalhadores nas lutas e causas dos Sindicato que o de defender o trabalhador”, disse Gerti. 

Na cerimônia, também foi feito um minuto de silencio em homenagem ao diretor Luis Carlos Ferreira Lima, falecido recentemente. 

O novo presidente do Sindicato


Rodrigo Picinin, o novo presidente do SAEMAC, tem 40 anos e está na Sanepar há  18 anos. É lotado na GRPB (Gerência Regional de Pato Branco). Começou sua luta sindical no SAEMAC em 2015 e em 2017 passou a fazer parte da diretoria do Sindicato. Dentre suas propostas para o SAEMAC quer aliar a experiência com a renovação, além de fortalecer a entidade sindical nas áreas jurídicas, de serviços e de lazer para os associados.  Tudo com o objetivo principal de fortalecer a luta em favor da renda, direitos e de melhores condições de trabalho para todos os trabalhadores do saneamento do Paraná. 





CONHEÇA A NOVA DIRETORIA DO SAEMAC (2021-2024):

DIRETORIA EXECUTIVA
DIRETOR PRESIDENTE - RODRIGO PICININ   
DIRETOR FINANCEIRO - PEDRO LUIZ SILVA DE MORAIS
SECRETÁRIO GERAL - OZIEL GONÇALVES DA SILVA
DIRETOR ADMINISTRATIVO - LUIS CARLOS FERREIRA DE LIMA (In memorian)
DIRETOR DIVULGAÇÃO E IMPRENSA - CARLOS AUGUSTO MERELES
DIRETOR DE SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO - JOAQUIM ALVES DOS SANTOS
DIRETOR DE FORMAÇÃO SINDICAL - GERTI JOSÉ NUNES

CONSELHO FISCAL - EFETIVOS
ELOISA APARECIDA P. BORGES – MATELÂNDIA
JUVELINO RABELO – GUARANIAÇU
 LUIS LOPES – PATO BRANCO

CONSELHO FISCAL – SUPLENTES
ANTONIO DE MOURA – GUAÍRA
ROMERITO FARIA SANTOS – CASCAVEL
WESLEY FABIANO LOPES – CURITIBA

DIRETORES REGIONAIS
ANIBALDO KLAIS – TERRA ROXA
CLOVIS MENDES ROSA – FOZ DO IGUAÇU
DIANE AGUSTINI – PATO BRANCO
JACKSON ALVES – CURITIBA
RAFAEL CANAVARRO CELESTINO – PIRAÍ DO SUL
PAULO ROBERTO DE LIMA – CASCAVEL
JEFFERSON MARCINIAK – IRATI
CESLAU ELIAS MAKOVSKI – CURITIBA
MARCOS ANTONIO VALMORBIDA – DOIS VIZINHOS
JEANE SCHEILA PEREIRA WILTE – GUARAPUAVA
DAVI TELES CARLOS – MATINHOS
JOELSON IGOR PEREIRA – CURITIBA
DANILO JOSÉ DA SILVA – UNIÃO DA VITÓRIA

REPRESENTANTES REGIONAIS
ALOISIO PINTO LEAL – GUAÍRA
AGUINALDO JOSE DA SILVA – CAMPO LARGO
ALVARO LIMA PINTO – CURITIBA
ANDERSON RIBEIRO PINHEIRO – IMBITUVA
FERNANDO MARTINS DOS SANTOS NETO – CURITIBA
JOSIANE DE OLIVEIRA – PONTA GROSSA
JOSE MARIA AMARAL ALVES – GUARAPUAVA
MARCOS PEREIRA DA LOMBA – CASCAVEL
OSMAR DANELUZ – DOIS VIZINHOS
RENATO DE OLIVEIRA FILHO – PONTA GROSSA
UEKLYS ADRIANO DE PAULA – PONTA GROSSA
VILMAR VAZ – RIO NEGRO VILSON FERGS – FOZ DO IGUAÇU
SÉRGIO ROBERTO PATROCÍNIO DA SILVA – ASSIS CHATEAUBRIAND

DELEGADO JUNTO À FEDERAÇÃO E CONFEDERAÇÃO
EFETIVO: PEDRO LUIZ SILVA DE MORAES – TELÊMACO BORBA
SUPLENTE: RODRIGO PICININ – PATO BRANCO






OLHO ABERTO: CONFIRA QUAIS DEPUTADOS VOTARAM CONTRA E QUAIS VOTARAM A FAVOR DOS TRABALHADORES NA VOTAÇÃO QUE ACABOU COM A DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DO PPR



Olho aberto, sanepariano e sanepariana! Abaixo segue a lista dos deputados traíras que abaixaram a cabeça para o jabuti do Ratinho Junior e traíram os trabalhadores votando pelo fim da justa distribuição igualitária do PPR e dos que foram corajosos e não aceitaram a falcatrua do governador votando contra o projeto. 

É muito importante saber quem é quem, pois daqui dois anos tem eleição e não vamos esquecer dos traidores. Nossa resposta vai ser na urna. 


DEPUTADOS TRAIDORES DOS TRABALHADORES QUE VOTARAM PELO FIM DA DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DO PPR

ADEMAR TRAIANO (PSDB)

GILSON DE SOUZA (PSC)

PLAUTO MIRÓ (DEM)

GILBERTO RIBEIRO (PP)

NELSON LUERSEN (PDT)

ALEXANDRE AMARO (REPUBLICANOS)

ALEXANDRE CURI (PSB)

CANTORA MARA LIMA (PSC)

COBRA REPÓRTER (PSD)

CORONEL LEE (PSL) 

CRISTIANA SILVESTRI (CIDADANIA)

DELEGADO JACOVOS (PL) 

DELEGADO RECALCATTI (PSD) 

DOUGLAS FABRÍCIO (CIDADANIA) 

DR. BATISTA (DEM)

EMERSON BACIL (PSL)

FRANCISCO BUHRER (PSD) 

GALO (PODE) 

GUGU BUENO (PL)

HOMERO MARCHESE (PROS)

HUSSEIN BAKRI (PSD)

JONAS GUIMARÃES (PSB)

LUIZ CARLOS MARTINS (PP)

LUIZ FERNANDO GUERRA (PSL) 

MARCIO PACHECO (PDT) 

MARIA VICTORIA (PP) 

MAURO MORAES (PSD) 

NELSON JUSTUS (DEM) 

PAULO LITRO (PSDB) 

REICHEMBACH (PSC) 

RICARDO ARRUDA (PSL)

RODRIGO ESTACHO (PV) 

SOLDADO ADRIANO JOSÉ (PV) 

SUBTENENTE EVERTON (PSL) 

TIAGO AMARAL (PSB)



DEPUTADOS QUE VOTARAM À FAVOR DOS TRABALHADORES E CONTRA O FIM DA DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DO PPR

TERCILIO TURINI (CIDADANIA)

REQUIÃO FILHO (MDB)

ANIBELLI NETO (MDB)

ARILSON CHIORATO (PT)

ARTAGÃO JUNIOR (PSB)

BOCA ABERTA JR (PROS

EVANDRO ARAUJO (PSC) 

GOURA (PDT) 

LUCIANA RAFAGNIN (PT) 

MABEL CANTO (PSC)

PROFESSOR LEMOS (PT) 

SOLDADO FRUET (PROS) 

TADEU VENERI (PT) 


NÃO VOTARAM

DELEGADO FERNANDO MARTINS (PSL)

DELEGADO FRANCISCHINI (PSL)

DO CARMO (PSL)

DR. BATISTA (DEM)

MICHELE CAPUTO (PSDB) 

RICARDO ARRUDA (PSL)



EMENDAS JABUTIS EVIDENCIAM FALTA DE TRANSPARÊNCIA DO GOVERNO RATINHO JUNIOR

Governo incluiu fim da distribuição igual do PPR em projeto que trata de energia renovável  para o setor rural e, pasmem, deputados engoliram em seco a artimanha e aprovaram ontem(15) a proposta. Prática inconstitucional, usada com frequência pelo governo, será contestada na Justiça pelo Sindicato dos Trabalhadores do Saneamento



Na sessão legislativa na tarde desta terça-feira (15), deputados estaduais do Paraná, aprovaram mais um jabuti do governador Ratinho Junior (PSD) e deram fim à lei 16.560\2010, que determinava a distribuição igualitária do Programa de Participação nos Resultados (PPR) dos trabalhadores das empresas estatais. O fim da Lei significa a volta da distorção nos pagamentos, o que beneficia somente os acionistas das estatais que ficarão com a maior parte do lucro das empresas de economia mista como Sanepar, Copel e Compagás.  O fim do benefício veio por meio de  uma “emenda-jabuti”, ou seja, emendas que não tem relação nenhuma com o tema do projeto. No caso, o Inciso que acabou com a lei da distribuição do PPR foi incluída num projeto que tratava do Programa Paraná de Energia Rural Renovável, de apoio a geração de distribuição de energia a partir de fontes renováveis, uma coisa que não tem nada a ver com a outra.

“Simplesmente uma vergonha o que ocorreu na Assembleia Legislativa hoje. A maioria dos deputados simplesmente ignorou o fato do governo enfiar a revogação da lei da distribuição do PPR num projeto que fala de energia renovável. Um jabuti enorme. Uma falcatrua vergonhosa. O  resultado é um retrocesso tremendo para a renda dos trabalhadores que vão voltar a ficar com o mínimo do PPR, enquanto a cúpula e os acionistas ficarão com maior parte do lucro”, diz Rodrigo Picinin, atual secretário-geral  do Sindicato dos Trabalhadores do Saneamento do Paraná - SAEMAC. 

Na sessão legislativa, deputados da oposição denunciaram a artimanha e a falta de transparência do governo do Estado em incluir emendas jabutis nos projetos  de fácil aceitação para aprovar propostas sem precisar promover o debate e enfrentar contestação. “O apoio ao produtor rural é uma excelente intenção, mas não dá para colocar algo que não tem nada a ver com o tema num projeto desse”, disse o deputado Tadeu Veneri (PT).  "Está claro que o projeto tem um jabuti, pois trata de apoio a geração de energia elétrica através de fontes renováveis para o setor rural, o que não tem nada a ver com a distribuição igualitária do PPR. É inconstitucional”, disse o deputado Goura (PDT). 

Jabuti = falta de transparência
O governo Ratinho tem abusado dessa tática. Em agosto de 2019, tentou criar 45 novos cargos de função gratificada por meio de um jabuti enfiado no meio do projeto de Lei 594/19, que incorpora a Emater, o Centro de Referência em Agroecologia (CPRA) e a Codapar ao Iapar, unificando as estruturas e criando o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná. Situação que aumentaria em R$ 2,7 milhões o custo do orçamento. O jabuti foi denunciado pela oposição pois a criação das funções não tinha nada a ver com a unificação das entidades.

“Emendas jabutis são, infelizmente,  prática comum do governo e evidenciam a falta de transparência e vontade do governo em dialogar e debater com a sociedade, uma atitude que pode ser considerada antidemocrática”, diz o advogado Maykon Jorge, da assessoria jurídica do SAEMAC.

A  deputada Mabel Canto (PSC) também questionou o governo na sessão legislativa da última segunda-feira (15): “Eu queria entender o que acontece com os projetos do executivo que sempre tem um jabuti no meio? Sempre uma coisa disfarçada ali pelo meio. Não entendo essa tática! Precisamos que o Estado pare de enviar os jabutis.  Vamos debater às claras, ter transparência, compliance”, disse a deputada.

Ação de Inconstitucionalidade
A prática da emenda jabuti é inconstitucional. Segundo o Inciso II, do  artigo 7º, da  Lei Complementar 95\1998, “a lei não conterá matéria estranha a seu objeto ou a este não vinculada por afinidade, pertinência ou conexão”. Mesma redação possui o artigo 8º, da lei estadual 176/2014. Dessa forma, o SAEMAC já está preparando uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) para contestar o jabuti. “Não vamos ficar calados e vamos contestar na justiça essa artimanha vergonhosa do governo”, diz o Picinin.


VERGONHA! DEPUTADOS APROVAM JABUTI DO GOVERNADOR E ACABAM COM LEI DA DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DO PPR. SAEMAC VAI ENTRAR COM AÇÃO DE INCONSTITUCIONALIDADE

Em medida arbitrária, Assembleia  cortou transmissão na hora da votação. Emenda 04, que acaba com o ataque do governo, foi rejeitada  por 34 deputados contra 13

Em uma sessão legislativa marcada pela arbitrariedade, os deputados estaduais rejeitaram, por 34 votos à 13 a emenda 04 e  com isso acabaram com a Lei 16.560/2010, que determinava a distribuição igualitária do PPR. O projeto do governo, se for sancionado como está, significa um retrocesso para o trabalhador das estatais que pode voltar a ter seu PPR sendo pago de forma proporcional, ou seja, quem ganha mais, recebe mais, situação que beneficia somente a cúpula da empresa. A luta agora será para tentar derrubar o inciso da revogação da Lei na Justiça. O SAEMAC já acionou sua assessoria jurídica para preparar uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) para contestar o jabuti (emendas que não tem relação nenhuma com o tema do projeto). 

“Simplesmente uma vergonha o que ocorreu na Assembleia Legislativa hoje. A maioria dos deputados simplesmente ignorou o fato do governo enfiar a revogação da lei da distribuição do PPR num projeto que fala de energia renovável. Um jabuti enorme. Uma falcatrua vergonhosa. O  resultado é um retrocesso tremendo para a renda dos trabalhadores que vão voltar a ficar com o mínimo do PPR, enquanto a cúpula e os acionistas ficarão com maior parte do lucro”, diz Rodrigo Picinin, atual secretário-geral e presidente eleito para a gestão 2021/2024 do SAEMAC. 

Várias frentes de  luta
Deputados da oposição fizeram questão de denunciar a artimanha do governo em incluir no projeto um inciso totalmente diferente do tema do projeto.

“Está claro que o projeto tem um jabuti, pois trata de apoio a geração de energia elétrica através de fontes renováveis para o setor rural, o que não tem nada a ver com a distribuição igualitária do PPR. É inconstitucional. A utilização de jabutis é vedada pelo artigo 8º, da lei estadual 176/2014, que diz “cada lei tratará de um único objeto e não terá matéria estranha a esse objeto ou a ele vinculada por afinidade, pertinência ou conexão”, disse o deputado Goura (PDT). 

“O apoio ao produtor rural é uma excelente intenção, mas não dá para colocar algo que não tem nada a ver com o tema num projeto desse. Infelizmente, tem um monte de deputado que não leem os projetos, nem sabem o que estão votando e acabam cometendo injustiças como essa”, denunciou o deputado Tadeu Veneri (PT).

Após a votação, o deputado Arilson Chiorato (PT) colocou seu setor jurídico à disposição para auxiliar o jurídico do Sindicato na Ação de Inconstitucionalidade. “Triste por não conseguirmos avançar e derrubar essa injustiça, mas seguimos lutando agora através dessa ação”, disse. 

Além da Ação de Inconstitucionalidade o SAEMAC também já está trabalhando em uma ação declaratória com o intuito de garantir o direito adquirido dos trabalhadores  associados ao Sindicato. “O projeto só vai entrar em vigor em 2023, ou seja, temos esse folego para lutar para garantir ao menos a manutenção do PPR igualitário para quem já é funcionário e também para debater junto à empresa   a manutenção desse formato”, diz Picinin. O Sindicato também estuda fazer um último apelo ao governador Ratinho Junior para que vete o inciso que acaba com a lei. 

Sessão foi encerrada bem na hora da votação
Com grande parte dos trabalhadores acompanhando e participando da sessão com comentários, o fato da sessão ser encerrada bem no meio da votação, deixando a população sem saber o que aconteceu se torna uma arbitrariedade, pois só foi retomada depois da votação. Acidental ou não, foi uma grande falta de respeito pois os deputados não se importaram em informar sobre qual foi o desfecho. Uma grande falta de respeito e mostra realmente o desinteresse dos deputados pela população. Nos próximos dias estaremos mostrando quais são os deputados traidores dos direitos do saneparianos. 


VOTAÇÃO DO PROJETO QUE PREJUDICA NOSSO PPR FICA PARA AMANHÃ (15)! A LUTA CONTINUA! COBRE DO SEU DEPUTADO O APOIO AOS TRABALHADORES

 Nossa pressão deve ser para que os deputados aprovem a emenda 4 que mantêm a distribuição do nosso PPR de forma igualitária. Ou é isso ou cruzamos os braços


Ficou para amanhã (15) a  segunda votação do projeto 657\2020, do governo do Estado, que acaba com a Lei 16.560\2010, que trata da distribuição igualitária do PPR nas empresas estatais. Apesar do projeto tratar do programa de energia rural através de fontes renováveis, ele possui um jabuti (termo que designa a inclusão de emendas que não tem nenhuma relação com o tema do projeto), que revoga a lei da distribuição igual do PPR.  Deputados da bancada da oposição também apresentaram a emenda 4, que retira do projeto o inciso que prejudica o nosso PPR. Dessa forma, a luta continua e agora é para exigir que os deputados respeitem os trabalhadores e votem pela aprovação da emenda.  Ou é isso ou cruzamos os braços. 

“Deixamos claro a insatisfação dos trabalhadores com mais esse ataque gratuito do governo, agora ao nosso PPR. Estamos pedindo sensibilidade aos deputados. A atitude irresponsável do governo pode piorar ainda mais a crise hídrica já que, se o projeto for aprovado como está, os sanepariamos vão parar as atividades. Não queremos isso, mas não dá para aceitar uma proposta que prejudica os trabalhadores para beneficiar um pequeno grupo de diretores e acionistas. Que nossos deputados deem o exemplo e mostrem que estão à favor dos trabalhadores do estado ”, diz o secretário-geral  do SAEMAC, Rodrigo Picinin.

Diversos deputados ao lado dos trabalhadores
Na sessão legislativa desta segunda (14), diversos deputados se mostraram favoráveis aos trabalhadores fazendo questão de denunciar a  falcatrua do governo em tentar  enganar os deputados. 

“O que a gente vê aqui hoje é um jabuti para ser votado,  corpo estranho que  não pertence ao projeto, uma pauta que não tem conteúdo com matéria legal, o que um descumprimento do papel de um governo estadual”, disse o deputado Arilson Chiorato (PT).

“Eu queria entender o que acontece com os projeto do executivo que sempre tem um jabuti no meio? Sempre uma coisa disfarçada ali pelo meio. Não entendo essa tática! Tirar isso (a lei da distribuição igualitária) dos trabalhadores e dar mais lucro para acionistas?  Estado é gestão social, não é para cuidar dos mais abastados. Precisamos que o Estado pare de enviar os jabutis.  Vamos debater às claras, ter transparência, compliance”, protestou contra o governo a deputada Mabel Canto (PSC).

“O jabuti desse projeto de lei pretende beneficiar apenas algumas pessoas. Porque o governador do Paraná tem interesse em beneficiar algumas pessoas revogando a lei que garante a distribuição de forma igualitária? Porque tem esse interesse  e porque tem deputado querendo votar a favor disso? Isso é um desrespeito muito grande  aos trabalhadores das estatais, pois contraria o interesse público e prejudica os mais pobres. É um  Robin Hodd ao contrário, pois tira de quem mais precisa e dá para quem menos precisa”, questionou o deputado Professor Lemos (PT).

Deputado tenta defender o governo, mas toma invertida
Talvez por ignorância ou só para puxar o saco do governo mesmo,  o  deputado Galo (PODE) ainda tentou defender o governador alegando que o termo “jabuti” usado pelos deputados seria ofensivo. Tomou uma invertida do deputado Requião Filho (MDB), que esclareceu que o termo é muito usado no meio jurídico para designar a  inclusão de uma emenda que  não tem nada a ver com o assunto. “Jabuti não dá em arvore. Então se tem um jabuti em cima da arvore é porque alguém colocou ele ali”, explicou Requião Filho esclarecendo que também era a favor dos trabalhadores. 

Trabalhadores dão exemplo de mobilização
Durante a sessão, transmitida pelo canal do Youtube da Assembleia, os trabalhadores deram seu recado participando ativamente com mensagens cobrando dos  deputados uma posição favorável, numa exemplar participação democrática. 

Além dos deputados  acima, já se declararam favoráveis aos trabalhadores, os deputados Tadeu Veneri (PT), Goura (PDT), Luciana Rafagnin (PT) e Anibelli Neto (MDB). O SAEMAC continua em contato com os demais deputados cobrado bom senso e uma postura em defesa dos trabalhadores paranaenses. A luta continua. Se não aprovar a emenda, os trabalhadores vão parar. APROVA EMENDA 04. 


TODOS CONTRA A REDUÇÃO DO PPR. MANDE UM EMAIL PARA OS DEPUTADOS EXIGINDO QUE AJUDEM A ENTERRAR O INCISO QUE ACABA COM A LEI DA DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DO PPR


É hora da luta. Hoje, os deputados (as) votam o projeto do governo que acaba com a Lei da distribuição igualitária da PPR. Nessa luta, a participação do trabalhador para pressionar os deputados é extremamente  importante. Copie os endereços de e-mails dos deputados abaixo, cole na barra de endereço do email e mande o texto  abaixo para os deputados exigindo votem para enterrar o inciso que revoga a lei o PPR. Dessa forma, você vai estar dando uma excelente ajuda na luta para pressionar os deputados. Vamos para a luta, companheirada. 

EMAILS DOS DEPUTADOS: 

traiano@assembleia.pr.leg.br

imprensa.romanelli@gmail.com

gilsondesouza@assembleia.pr.leg.br

deputadoplautomiro@gmail.com

deptercilioturini@gmail.com

requiaofilho@assembleia.pr.leg.br

deniseortegaassessoriadeimprensa@hotmail.com

nelsonluersen12680@hotmail.com

aleamaro00@gmail.com

contato@alexandrecuri.com.br

contato@anibelli.com.br

gabinetearilson@assembleia.pr.leg.br

artagaojunior@assembleia.pr.leg.br

dep.bocaabertajr@assembleia.pr.leg.br

marisonia.maralima@gmail.com

cobrareporter2015@gmail.com

depcoronel.lee@assembleia.pr.leg.br

cristinasilvestri@assembleia.pr.leg.br

delegadofernando@assembleia.pr.leg.br

agendafrancischini@gmail.com

deputadodelegadojacovos@gmail.com

dep.delegadorecalcatti@gmail.com

dep.docarmo@assembleia.pr.leg.br

falecomdouglasfabricio@gmail.com

deputadodrbatista@hotmail.com

chefia.gabinete@emersonbacil.com.br

deputado.evandroaraujo@gmail.com

franciscobuhrer@assembleia.pr.leg.br

secretaria_galo@assembleia.pr.leg.br

mandatogoura@gmail.com

homero@homeromarchese.com.br

gabinete@husseinbakri.com.br

jonasguimaraes@assembleia.pr.leg.br

lucianarafagnin@gmail.com

luizcarlosmartins@assembleia.pr.leg.br

contato@deputadoguerra.com.br

deputadamabelcanto@gmail.com

gabinete@marciopacheco.net.br

depmariavictoria@assembleia.pr.leg.br

deputadomichelecaputo@assembleia.pr.leg.br

nelsonjustus@terra.com.br

gabinete@paulolitro.com

lemos@professorlemos.com.br

wilmarreichemback@gmail.com

ricardoarruda@assembleia.pr.leg.br

deputado@ricardoestacho.com.br

dep.soldadoadrianojose@gmail.com

marcosfruet@hotmail.com

deputadoeverton@gmail.com

tadeuveneri@terra.com.br

tiagoamaralcontato@hotmail.com

tiaomedeiros@gmail.com

gabinete@gutosilva.com

marcelmicheletto@asembleia.pr.leg.br


TEXTO-BASE PARA ENVIAR AOS DEPUTADOS 

“AO EXCELENTÍSSIMO(A) SR(A). DEPUTADO(A) DO ESTADO DO PARANÁ,

 SR (A).    ((NOME DO DEPUTADO OU DEPUTADA))

Nós, trabalhadores da Sanepar, vimos por meio desta, solicitar seu apoio  para  ajudar a enterrar uma injustiça  que o governo do estado quer cometer com todos os trabalhadores das empresas públicas do Estado. Recentemente, o governo enviou  para a Assembleia Legislativa do Paraná, projeto de lei 657\2020, que trata da implantação do Programa Paraná Energia Renovável, de apoio a geração de distribuição de energia a partir de fontes renováveis para o setor rural do estado. Um interessante programa, aliás. O nosso espanto em relação ao projeto é que ele apresenta um inciso que não tem nada a ver com o tema proposto e pede a revogação da Lei 16.560/2010, que estipula a distribuição igualitária do  Programa de Participação de Resultados – PPR – nas empresas estatais do Paraná. 

 É uma medida que foi enxertada de maneira clandestina e desonesta no projeto sem apresentar nenhuma justificativa por parte do governo estadual. O projeto foi aprovado em primeira votação e  tem votações previstas para esta semana que inicia. 

 Desse modo, venho por meio desta, apelar para a sensibilidade humana do deputado em relação à essa proposta que significará o retrocesso para os trabalhadores das empresas estatais, e pedimos que nos ajude votando a favor da Emenda 04, que retira do projeto o  inciso que revoga a Lei da distribuição igual da PPR. 

 Sou um trabalhador da Sanepar. Nosso trabalho garante que os paranaenses tenham acesso à agua potável de qualidade e saneamento básico, medidas importantes para  conter doenças e garantir o direito humano e a dignidade da pessoa humana e o desenvolvimento do Estado do Paraná tanto economicamente como socialmente.  

 Tenho muito orgulho de pertencer à Companhia de Saneamento do Paraná e poder contribuir para o crescimento do nosso amado estado. Somos trabalhadores selecionados por meio de competitivos concursos públicos. Nossas atividades passam por rigorosos processos de fiscalização sejam por meio de auditorias ou das agências reguladoras. Tudo isso faz com que o trabalhador sanepariano mantenha um alto  padrão de qualidade  e produtividade e a Companhia funcione 24 horas por dia, tudo para garantir o abastecimento de agua ao paranaense. O resultado de toda essa dedicação é a construção de uma empresa reconhecida e premiada pelo padrão de excelência que apresenta. 

Infelizmente, antes da Lei 16.560, de 2010, toda a recompensa por essa dedicação cabia apenas à uma pequena parte dos diretores á frente das estatais. A lei foi uma conquista, alcançada com muita luta dos trabalhadores, para corrigir essa distorção e garantir que todos tenham o mesmo tratamento igualitário, o que é muito justo. Hoje estes valores estão incorporados ao orçamento familiar de cada trabalhador. Ou seja, os trabalhadores já contam com o PPR (distribuição igualitária) para amenizar uma defasagem salarial que se arrasta por anos.

Dessa forma, fica aqui o nosso apelo. Trabalhadores das estatais de todos o estado, junto com seus familiares e amigos,  estão acompanhando o processo de tramitação e votação. Certos da sua boa vontade, contamos com seu apoio em não prejudicar os trabalhadores paranaenses de um setor importantíssimo para o desenvolvimento do nosso Paraná. 

((cidade)), 14 de dezembro de 2020

(nome), FUNCIONÁRIO DA SANEPAR DESDE xxx    


TRABALHADORES DA SANEPAR PODEM PARALISAR ATIVIDADES CONTRA PROJETO DO GOVERNO QUE ACABA COM A LEI DA DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA PPR

Fim da Lei vai trazer novamente a distorção que beneficia somente a cúpula das empresas estatais e  prejudica os demais trabalhadores. Ou deputados derrubam o inciso ou trabalhadores cruzarão os braços já há partir desta semana

 



Os trabalhadores da Companhia de Saneamento do Paraná  (Sanepar), podem entrar em greve em todo o estado, nesta semana, em protesto contra o projeto do governo estadual que acaba com a Lei da distribuição igualitária da PPR – Programa de Participação nos Resultados – nas empresas estatais do Paraná.

O projeto 657\2020, enviado, no último dia 24 de novembro,   pelo governo estadual para a Assembleia  Legislativa  (ALEP), para votação em regime de urgência, trata do Programa “Paraná Energia Rural Renovável”,  de apoio à geração de distribuição de energia a partir de fontes renováveis para o setor rural do estado. Porém, possui um Inciso que revoga a Lei 16.560\2010, que determina a distribuição igualitária da PPR para todos os empregados das empresas estatais. Ou seja, o projeto possui  o popular “jabuti” que é a inclusão de emendas que não tem nenhuma relação com o tema do projeto. 

“O governo tentou usar de uma artimanha desonesta para revogar a lei que torna justa a distribuição da PPR entre todos os trabalhadores. É inadmissível que o governo do estado trate o trabalhador de uma forma tão baixa desse jeito. Não é nossa vontade, mas se a Assembleia não derrubar o inciso que prejudica a PPR da maioria dos funcionários, vamos cruzar os braços já há partir desta semana. A população vai ficar sem água e a culpa será toda do governo”, diz Rodrigo Picinin,  secretário-geral do Sindicato dos Trabalhadores do Saneamento do Paraná – SAEMAC.

Projeto já foi aprovado em primeira votação
O Projeto foi aprovado em primeira votação na última quarta (10). Segundo a ALEP, precisa passar por mais três votações antes de ir para sanção do governador Ratinho Junior. A próxima votação está prevista para acontecer já nesta segunda (14), na sessão legislativa, às 14h30. Procurada pelos trabalhadores,  a bancada da oposição já protocolou uma emenda que pede a retirada do Inciso II do artigo 12 do projeto, que é o que revoga a Lei da distribuição. A votação da emenda também pode acontecer já nessa segunda.

“Estamos em contato com diversos deputados e vamos ficar de olho naqueles que estão ao lado dos trabalhadores.  Não queremos acreditar que  tenha deputado que vai concordar com essa proposta que prejudica uma boa parcela da população, mas se tiver, ele vai ficar bem conhecido pelo malefício que fez”, continua Picinin.

 Lei foi criada para corrigir distorção  na PPR
A Lei 16.560, de 2010, que estabelece a distribuição igualitária da PPR nas empresas estatais, foi uma conquista alcançada com muito esforço e anos de luta do Sindicatos e trabalhadores. Antes da lei, a PPR era distribuída de forma proporcional, ou seja, quem ganhava mais recebia mais, situação que só beneficiava as cúpulas das estatais. Aos demais trabalhadores sobrava o mínimo. Através da pressão dos trabalhadores, foi aprovada a Lei que corrigiu a distorção e passou a distribuir de forma igual e justa a PPR. 

“Não dá para aceitar a volta da injustiça. É importante ressaltar que a PPR é prevista em Lei e vai acontecer de qualquer jeito. O que queremos é que seja mantida a igualdade na distribuição, nem mais, nem menos. Os trabalhadores contam com a distribuição igualitária pois isso ameniza a defasagem salarial que temos tido ao longo dos anos”, diz Picinin.

Trabalhadores das demais empresas estatais também podem se juntar ao movimento em defesa da PPR igualitária para todos. 


NOSSO PPR CORRE PERIGO. AGORA É HORA DE UNIÃO E PRESSÃO EM CIMA DOS DEPUTADOS PARA EXIGIR O FIM DE MAIS ESSE ATAQUE AOS NOSSOS DIREITOS. ACESSE OS CONTATOS DOS DEPUTADOS E MANDE SEU RECADO


É isso aí, saneparianos e saneparianas, ou nos unimos e vamos para cima dos deputados do Paraná ou vamos amargar um profundo retrocesso em relação ao nosso PPR. O projeto do governo que  revoga a lei 16.560\2010, da distribuição igualitária da PPR, já foi aprovada em primeira votação na última semana. Ainda terá mais duas votações e aprovado, segue para sanção do governador. A próxima votação acontece já na sessão legislativa desta segunda-feira (14), às 14h30.  Ou seja, se ficarmos parados o projeto pode ser aprovado e vamos amargar o retrocesso voltando a ver o topo da diretoria recebendo mais e os trabalhadores recebendo quase nada da PPR. 

O SAEMAC já está entrando em contato com todos os deputados, mas para fortalecer essa luta, a união de todos é essencial. Por isso, estamos convocando todos os trabalhadores para entrar em contato com os deputados da sua região para pressionar os deputados a derrubar o inciso que revoga a lei da PPR igual. 

Para ajudar na pressão, compilamos uma carta que pode ser usada pelo trabalhador para passar a mensagem. O que importa é participar. Copie o texto da carta e envie por email, nas redes sociais, enfim em todos os canais disponíveis. O que importa é pressionar os deputados até derrubarem  a proposta do governo.  Vamos pra cima ou ficamos sem a PPR. Agora é hora de união é luta. 

Confira abaixo o texto –base para enviar aos deputados (as):

AO EXCELENTÍSSIMO(A) SR(A). DEPUTADO(A) DO ESTADO DO PARANÁ,

 SR (A).    ((NOME DO DEPUTADO OU DEPUTADA))

Nós, trabalhadores da Sanepar, vimos por meio desta, solicitar seu apoio  para  ajudar a enterrar uma injustiça  que o governo do estado quer cometer com todos os trabalhadores das empresas públicas do Estado. Recentemente, o governo enviou  para a Assembleia Legislativa do Paraná, projeto de lei 657\2020, que trata da implantação do Programa Paraná Energia Renovável, de apoio a geração de distribuição de energia a partir de fontes renováveis para o setor rural do estado. Um interessante programa, aliás. O nosso espanto em relação ao projeto é que ele apresenta um inciso que não tem nada a ver com o tema proposto e pede a revogação da Lei 16.560/2010, que estipula a distribuição igualitária do  Programa de Participação de Resultados – PPR – nas empresas estatais do Paraná. 

 É uma medida que foi enxertada de maneira clandestina e desonesta no projeto sem apresentar nenhuma justificativa por parte do governo estadual. O projeto foi aprovado em primeira votação e  tem votações previstas para esta semana que inicia. 

 Desse modo, venho por meio desta, apelar para a sensibilidade humana do deputado em relação à essa proposta que significará o retrocesso para os trabalhadores das empresas estatais, e pedimos que nos ajude votando a favor da Emenda 04, que retira do projeto o  inciso que revoga a Lei da distribuição igual da PPR. 

 Sou um trabalhador da Sanepar. Nosso trabalho garante que os paranaenses tenham acesso à agua potável de qualidade e saneamento básico, medidas importantes para  conter doenças e garantir o direito humano e a dignidade da pessoa humana e o desenvolvimento do Estado do Paraná tanto economicamente como socialmente.  

 Tenho muito orgulho de pertencer à Companhia de Saneamento do Paraná e poder contribuir para o crescimento do nosso amado estado. Somos trabalhadores selecionados por meio de competitivos concursos públicos. Nossas atividades passam por rigorosos processos de fiscalização sejam por meio de auditorias ou das agências reguladoras. Tudo isso faz com que o trabalhador sanepariano mantenha um alto  padrão de qualidade  e produtividade e a Companhia funcione 24 horas por dia, tudo para garantir o abastecimento de agua ao paranaense. O resultado de toda essa dedicação é a construção de uma empresa reconhecida e premiada pelo padrão de excelência que apresenta. 

Infelizmente, antes da Lei 16.560, de 2010, toda a recompensa por essa dedicação cabia apenas à uma pequena parte dos diretores á frente das estatais. A lei foi uma conquista, alcançada com muita luta dos trabalhadores, para corrigir essa distorção e garantir que todos tenham o mesmo tratamento igualitário, o que é muito justo. Hoje estes valores estão incorporados ao orçamento familiar de cada trabalhador. Ou seja, os trabalhadores já contam com o PPR (distribuição igualitária) para amenizar uma defasagem salarial que se arrasta por anos.

Dessa forma, fica aqui o nosso apelo. Trabalhadores das estatais de todos o estado, junto com seus familiares e amigos,  estão acompanhando o processo de tramitação e votação. Certos da sua boa vontade, contamos com seu apoio em não prejudicar os trabalhadores paranaenses de um setor importantíssimo para o desenvolvimento do nosso Paraná. 

((cidade)), 12 de dezembro de 2020

(nome), FUNCIONÁRIO DA SANEPAR DESDE xxx    

________________________________________________________________________________

CONFIRA ABAIXO O CONTATO DE CADA DEPUTADO. MANDE SUA MENSAGEM E EXIJA QUE O DEPUTADO AJUDE A DEFENDER NOSSA PPR:

ADEMAR TRAIANO (PSDB)
Email: traiano@assembleia.pr.leg.br
facebook.com/traianooficial/

instagram.com/ademartraiano/

LUIZ CLAUDIO ROMANELLI (PSB)
Email: imprensa.romanelli@gmail.com
facebook.com/RomanelliPR

instagram.com/romanellipr/


GILSON DE SOUZA (PSC)

Email: gilsondesouza@assembleia.pr.leg.br
facebook.com/deputadogilsondesouza


PLAUTO MIRÓ (DEM)
Email: deputadoplautomiro@gmail.com
https://www.facebook.com/plautomiro/

instagram.com/plautomiro/


TERCILIO TURINI (CIDADANIA)
Email: deptercilioturini@gmail.com
facebook.com/tercilioturinioficial

https://www.instagram.com/tercilioturini/


REQUIÃO FILHO (MDB)
Email
: requiaofilho@assembleia.pr.leg.br
facebook.com/REQUIAOFILHO/

https://www.instagram.com/requiaofilho/


GILBERTO RIBEIRO (PP)
Email: deniseortegaassessoriadeimprensa@hotmail.com
facebook.com/oficialgilbertoribeiro

instagram.com/deputadogilbertoribeiro/


NELSON LUERSEN (PDT)
Email: nelsonluersen12680@hotmail.com
facebook.com/nelsonluersen12680/

instagram.com/nelsonluersen/


ALEXANDRE AMARO (REPUBLICANOS)
Email: aleamaro00@gmail.com
facebook.com/aamaro10

instagram.com/aamaro10/


ALEXANDRE CURI (PSB)
Email: contato@alexandrecuri.com.br
facebook.com/alexandrecurioficial

instagram.com/alexandre.curi/


ANIBELLI NETO (MDB)
Email: contato@anibelli.com.br
facebook.com/DepAnibelliNeto

instagram.com/anibellineto/


ARILSON CHIORATO (PT)
Email: gabinetearilson@assembleia.pr.leg.br
facebook.com/ArilsonChiorato/

instagram.com/arilsonchiorato/


ARTAGÃO JUNIOR (PSB)
Email: artagaojunior@assembleia.pr.leg.br
facebook.com/deputadoartagaojr/

instagram.com/artagaojr/

BOCA ABERTA JR (PROS)
Email: dep.bocaabertajr@assembleia.pr.leg.br
facebook.com/joaopedro1448.gov


CANTORA MARA LIMA (PSC)
Email: marisonia.maralima@gmail.com
facebook.com/cantoramaralima

instagram.com/cantoramaralima/


COBRA REPÓRTER (PSD)
Email: cobrareporter2015@gmail.com
facebook.com/cobrareporteroficial

instagram.com/cobrareporter/


CORONEL LEE (PSL) 
Email: depcoronel.lee@assembleia.pr.leg.br
facebook.com/coronel.lee190

instagram.com/coronel.lee190/


CRISTIANA SILVESTRI (CIDADANIA)
Email: cristinasilvestri@assembleia.pr.leg.br
facebook.com/cristinasilvestri23/

instagram.com/cristinarsilvestri/


DELEGADO FERNANDO MARTINS (PSL)
Email: delegadofernando@assembleia.pr.leg.br
facebook.com/delegadofernandomartins

instagram.com/delegadofernandomartins/


DELEGADO FRANCISCHINI (PSL)

Email: agendafrancischini@gmail.com
facebook.com/FernandoFrancischiniBR


DELEGADO JACOVOS (PL) 

Email: deputadodelegadojacovos@gmail.com
facebook.com/DeputadoDelegadoJacovos/

instagram.com/deputadojacovos/


DELEGADO RECALCATTI (PSD) 

Email: dep.delegadorecalcatti@gmail.com
facebook.com/DelegadoRecalcatti/

instagram.com/delegadorubensrecalcatti/


DO CARMO (PSL)
Email: dep.docarmo@assembleia.pr.leg.br
facebook.com/deputadodocarmo


DOUGLAS FABRÍCIO (CIDADANIA) 

Email: falecomdouglasfabricio@gmail.com
facebook.com/joaodouglasfabricio/

instagram.com/joaodouglasfabricio/


DR. BATISTA (DEM)
Email: deputadodrbatista@hotmail.com
facebook.com/drbatista25

instagram.com/dr.batista


EMERSON BACIL (PSL)
Email: chefia.gabinete@emersonbacil.com.br
facebook.com/deputadoemersonbacil

instagram.com/emerson_bacil/


EVANDRO ARAUJO (PSC) 
Email: deputado.evandroaraujo@gmail.com
facebook.com/deputadoevandroaraujo

instagram.com/deputadoevandroaraujo/



FRANCISCO BUHRER (PSD) 

Email: franciscobuhrer@assembleia.pr.leg.br
facebook.com/deputadofranciscobuhrer/

instagram.com/franciscobuhrer/


GALO (PODE) 
Email: secretaria_galo@assembleia.pr.leg.br
facebook.com/GaloComunicador/

instagram.com/oficialgalo/


GOURA (PDT) 
Email: mandatogoura@gmail.com
facebook.com/mandatogoura

instagram.com/goura_nataraj/


GUGU BUENO (PL)
facebook.com/gugubuenopr

instagram.com/gugubuenopr/



HOMERO MARCHESE (PROS)
Email: homero@homeromarchese.com.br
facebook.com/homeromarchese

instagram.com/homeromarchese/


HUSSEIN BAKRI (PSD)
Email: gabinete@husseinbakri.com.br
facebook.com/husseinbakrioficial

instagram.com/husseinbakrihb/


JONAS GUIMARÃES (PSB)

Email: jonasguimaraes@assembleia.pr.leg.br
facebook.com/jonasguimaraes.com.br/

instagram.com/deputadojonasguimaraes/


LUCIANA RAFAGNIN (PT) 
Email: lucianarafagnin@gmail.com
facebook.com/lucianarafagnin2

instagram.com/luciana.rafagnin/



LUIZ CARLOS MARTINS (PP)
Email: luizcarlosmartins@assembleia.pr.leg.br
facebook.com/luizcarlosmartinsoioi

instagram.com/luizcarlosmartinsoioi


LUIZ FERNANDO GUERRA (PSL) 
Email:  contato@deputadoguerra.com.br
facebook.com/deputadoguerra

instagram.com/deputadoguerra/


MABEL CANTO (PSC)
Email: deputadamabelcanto@gmail.com
facebook.com/mabelcantopg

instagram.com/mabelcanto/


MARCIO PACHECO (PDT) 
Email: gabinete@marciopacheco.net.br
facebook.com/MarcioPachecoPF

instagram.com/marciopachecopf


MARIA VICTORIA (PP) 

Email: depmariavictoria@assembleia.pr.leg.br
facebook.com/mariavictoriabbarross

instagram.com/mariavictoriabb


MAURO MORAES (PSD) 
Email: mauromoraes@mauromoraes.com.br
facebook.com/oficialmauromoraes

instagram.com/deputadomauromoraes/


MICHELE CAPUTO (PSDB) 
Email: deputadomichelecaputo@assembleia.pr.leg.br
facebook.com/MicheleCaputoOficial/

instagram.com/michelecaputooficial/


NELSON JUSTUS (DEM) 

Email: nelsonjustus@terra.com.br
facebook.com/nelsonrobertojustus/


PAULO LITRO (PSDB) 

Email: gabinete@paulolitro.com
facebook.com/deppaulolitro/

instagram.com/paulolitro/


PROFESSOR LEMOS (PT) 
Email: lemos@professorlemos.com.br
facebook.com/professorlemos/

instagram.com/professorlemos/


REICHEMBACH (PSC) 
Email: wilmarreichemback@gmail.com
instagram.com/reichembachpr/


RICARDO ARRUDA (PSL)
Email: ricardoarruda@assembleia.pr.leg.br
facebook.com/ricardoarrudapr

instagram.com/ricardoarruda.dep/


RODRIGO ESTACHO (PV) 
Email: deputado@ricardoestacho.com.br
facebook.com/rodrigoestacho

instagram.com/rodrigoestacho/


SOLDADO ADRIANO JOSÉ (PV) 
Email: dep.soldadoadrianojose@gmail.com
facebook.com/SdAdrianoJosee/

instagram.com/sdadrianojose/


SOLDADO FRUET (PROS) 
Email: marcosfruet@hotmail.com
facebook.com/sdfruet

instagram.com/sdfruet/

SUBTENENTE EVERTON (PSL) 
Email: deputadoeverton@gmail.com
facebook.com/SubtenenteEverton

instagram.com/subtenente_everton/


TADEU VENERI (PT) 
Email: tadeuveneri@terra.com.br
facebook.com/tadeu.veneri

instagram.com/tadeuveneri/

TIAGO AMARAL (PSB) 
Email: tiagoamaralcontato@hotmail.com
facebook.com/Tiagoamaralparana

instagram.com/tiagoamaralpr/


TIÃO MEDEIROS (PTB) 
Email: tiaomedeiros@gmail.com

ATAQUE AOS TRABALHADORES: GOVERNO QUER ACABAR COM LEI DE DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DA PPR

2020 pode não acabar para os saneparianos. Ou vamos pra luta ou vamos arcar com mais esse prejuízo na nossa renda



Vergonha! É a única palavra para definir a atitude do governador Ratinho Junior que buscou usar de falcatrua para tentar enganar os trabalhadores e acabar com a distribuição igualitária da PPR. No último dia 24 de novembro o  governo protocolou na Assembleia Legislativa, em regime de urgência,  o Projeto de Lei 657\2020 (confira a integra do projeto abaixo), que institui o programa Paraná Energia Rural Renovável de apoio a geração de distribuição de energia a partir de fontes renováveis para o setor rural do estado. Até aí, nada demais. Nos artigos seguintes o projeto discorre sobre como será o projeto, linhas de financiamento, a quem é destinado, etc. O problema,  e aí fica  explicita a malandragem do governo,  surge no artigo 9° que pede a revogação da lei 16.560, de 09 de agosto de 2010. Ora, essa é a lei que estipula  que “o montante total a ser distribuído do lucro ou resultado das empresas estatais, deverá ser igualmente dividido para que cada empregado receba a mesma quantia”, ou seja, trata-se da lei que estabelece a distribuição igualitária da PPR entre todos os funcionários das estatais. 

De forma malandra e sacana, Ratinho Junior pegou  um projeto com um assunto totalmente diferente e, pensando que ia enganar a todos, enfiou ali no meio um artigo que acaba com esse direito justo dos trabalhadores das estatais paranaenses. Uma ratazanisse do sr. governador. Pois caiu do cavalo. Vigilante, o SAEMAC descobriu a tramoia e já se mobiliza para lutar contra mais esse ataque aos trabalhadores. Já estamos entrando em contato com o governo e com os deputados da Assembleia para exigir a revogação desse artigo. Nessa luta, a participação do trabalhador vai essencial. O ano de 2020 não vai acabar para os saneparianos. Ou vamos para a pressão ou vamos arcar com mais esse prejuízo na nossa renda. Não podemos admitir isso. Se for preciso cruzar os braços,  vamos faze-lo. Vamos para a luta,  trabalhador.

Lei da distribuição igualitária é conquista da mobilização dos trabalhadores
A Lei 16.560\2010, que estabelece a distribuição igualitária da PPR nas empresas estatais, foi uma conquista alcançada com muito esforço e anos de luta do Sindicatos e trabalhadores. Antes da lei, a PPR era distribuída de forma proporcional, ou seja, quem ganhava mais recebia mais, situação que só beneficiava a diretoria. Aos demais trabalhadores ficava a raspa do tacho. Liderados pelo Sindicato, os trabalhadores começaram a pressionar o governo estadual e os deputados por uma lei que distribuísse de forma igual e justa a PPR. 

Requião da esporro ao vivo em presidente da Sanepar
Com a pressão,  o governador Requião determina ao presidente da Sanepar na época, Stênio Jacob, que faça a distribuição igual da PPR entre todos os trabalhadores. Stênio faz que sim com a cabeça, mas no bastidor bate o pé e não obedece a determinação. 

O ápice da luta é quando o Sindicato e diversos trabalhadores corajosamente invadem a reunião da Escolinha de Governo, que sempre tinha transmissão ao vivo para todo o estado, para exigir a distribuição igualitária da PPR. Visivelmente irritado, Requião dá um esporro em Stênio na frente de todo mundo e fala que se ele e seus diretores não obedecerem a determinação que se retirem da empresa. (CLIQUE AQUI PARA VER O VÍDEO)

 A ordem é acatada, mas o SAEMAC continua na luta até que o a proposta vire lei, o que aconteceu em 09 de agosto de 2010, resultando numa grande conquista para o trabalhador e estabelecendo justiça, pois todos se esforçam de maneira igual e devem receber igual. 

Agora, Infelizmente, o governo Ratinho Junior, como fica comprovado, quer acabar com esse benefício dos trabalhadores. Uma vergonha. 

Ir para a luta para enterrar o artigo
“Acabar com a lei da distribuição igualitária da PPR é um retrocesso, pois vai voltar a beneficiar somente o topo da empresa,  enquanto a maioria dos trabalhadores, que é quem coloca a mão na massa de verdade para fazer funcionar a empresa vai ficar no prejuízo  recebendo migalhas como era antigamente. Não vamos aceitar isso e já estamos nos mobilizando para excluir esse artigo do projeto. Contamos com o apoio do trabalhador. Ou vamos para a luta ou ficamos no prejuízo”, diz Rodrigo Picinin, atual secretário geral e presidente eleito para dirigir o Sindicato há partir do próximo ano. 


CONFIRA A INTEGRA DO PROJETO DO GOVERNO QUE REVOGA A LEI QUE ACABA COM A DISTRIBUIÇAO IGUALITÁRIA DA PPR:







CAMPANHA SOLIDÁRIA EM PROL DO SANEPARIANO APOSENTADO OSMINDO CAETANO

 



Osmindo Caetano de Lima é um companheiro aposentado da Sanepar que está precisando de ajuda para ajudar a custear seu tratamento de saúde e o da sua esposa, Adair Souza Lima. 

Ele enfrenta problemas cardíacos e neurológicos em Guarapuava, cidade onde reside. Sua esposa, Adair Souza Lima foi para o Hospital do Câncer em Cascavel, para realização de sessões de Quimioterapia e Radioterapia no último mês de setembro.  Como ficou muito debilitada, no  foi necessário transferi-la para a UTI e realizar uma cirurgia para implantação de bolsa de colostomia e traqueostomia. Como apresentou melhora,  no dia 24 de novembro foi transferida para a enfermaria para restabelecer sua saúde e poder continuar com a quimioterapia e radioterapia.

Como seu esposo também está em tratamento de saúde, foi necessário contratar cuidadoras para acompanhar a senhora Adair. Os valores das diárias são de R$ 200,00 (duzentos reais) totalizando um custo mensal de R$ 6.000,00 (seis mil reais), uma quantia alta para um senhor aposentado, mesmo com a ajuda do restante do família.

Por isso, contamos com a sua solidariedade para ajudar esse companheiro sanepariano aposentado. Toda a caridade é bem vinda. Você pode ajudar fazendo  um depósito de qualquer valor na conta abaixo ou autorizando o desconto em folha (basta imprimir a autorização abaixo, preencher   e enviar até sexta-feira  (11) pela manhã para o email saemaccascavel@saemac.com.br). 

Todo o valor  arrecadado será revertido para custear as diárias com cuidadoras, remédios e despesas referentes ao restabelecimento da saúde do casal. Ajude, pratique um ato solidário  de ajuda ao próximo. 

Dados bancários para realizar sua contribuição:

Banco: Caixa Econômica Federal

Nome: Cezar Tadeu de Souza

Agência: 0568

Operação: 013

Conta Poupança: 167647-5

CPF: 287.388.109-72


DESCONTO EM FOLHA
Para  desconto em folha basta imprimir, preencher a autorização 
 e enviar até sexta-feira  (11) pela manhã para o email saemaccascavel@saemac.com.br





MAU EXEMPLO: SANEPAR É CONIVENTE COM A MARACUTAIA NA FUNDAÇÃO



Até agora, a Sanepar não respondeu ao ofício do SAEMAC e demais Sindicatos majoritários. Protocolado junto à empresa no último dia 03 de dezembro, o ofício  exige uma posição da Sanepar sobre a malandragem envolvendo a alteração no estatuto da Fundação para favorecimento pessoal em detrimento do coletivo.  Ás vezes, o silêncio faz mais barulho que o próprio barulho e mostra o lado de cada um. E a Sanepar escolheu ficar  do lado do mau exemplo, o que é uma vergonha e evidencia o caráter de quem está à frente da empresa. 

Cobrada pelos conselheiros, a presidente da Fundação disse que está com a consciência tranquila porque tudo foi feito, segundo ela, dentro da legalidade. Também disse que com a Sanepar está tudo ok. Ou seja, estão de braços dados na maracutaia. É fato que, de acordo com as regras criadas PELA PRÓPRIA  SANEPAR, quem aderir ao PAI não pode mais assumir nenhum cargo ou função na companhia. Ora,  querendo aderir ao PAI, mas não querendo largar o cargo, o que a diretoria da Fundação fez? Baixaram o espírito de Zé Carioca e, malandramente,  alteraram o estatuto pra fugir da regra da empresa, pegar o PAI e manter o cargo.  Uma falcatrua de dar vergonha até ao Eduardo Cunha. 

E quando todos estávamos esperando uma atitude exemplar da diretoria da Sanepar para não permitir tal situação, eis que a empresa se mostra conivente com a tramoia, deixando claro que, quando é para defender seus interesses, vale tudo. 

Com isso,  a atual diretoria da Sanepar deixa um péssimo exemplo  perante os funcionários e à sociedade. Além de deixar claro que  não confia na capacidade de nenhum dos mais de 7 mil trabalhadores que possui. E esse é outro questionamento nosso: o que a diretoria da Fundação tem de tão especial assim para a Sanepar fazer vista grossa  e aceitar essa situação imoral mantendo eternamente esses caras no cargo?  Será que a Sanepar não confia em nenhum dos seus 7 mil trabalhadores? Será que,  para a empresa, dentro desses 7 mil não existe ninguém capacitado para assumir a direção da Fundação? Não deixa de ser suspeito esse comportamento da empresa. 

Para nós, é claro que temos na Sanepar, muitos, mas muitos trabalhadores capacitados e com conhecimento para dirigir os rumos da nossa Fundação com responsabilidade, agilidade  e arejando a instituição com  novas ideias e projetos em prol dos trabalhadores. O que achamos é que a Sanepar  não quer correr o risco de ter uma diretoria na Fundação que realmente represente os trabalhadores e que cobre postura da empresa. Por isso, resolveu fechar os olhos para a malandragem da mudança do estatuto aceitando quem lhe beija a mão. 

A presidente da Fundação alega que a situação está dentro da  legalidade. Pode até ser, mas alterar as regras de toda uma instituição  para benefício pessoal não é outra coisa que uma  imoralidade. É o que diz o antigo, mas verdadeiro ditado: “ À mulher de César, não basta ser honesta, tem que parecer honesta”. Fica o péssimo exemplo deixado pela diretoria da Fundação e  referendado pelo atual diretoria da Sanepar. A história não perdoa: é por esse legado de imoralidade que serão lembrados.