CONVÊNIO COM A VIPLENUS OFERECE OPÇÕES DE LAZER AOS ASSOCIADOS

CONVÊNIO COM A VIPLENUS OFERECE OPÇÕES DE LAZER AOS ASSOCIADOS

O Saemac firmou convênio com a Viplenus Turismo que vai oferecer novas opções de lazer aos associados, abrangendo alternativas de férias e ...

ESTEJAMOS ATENTOS E UNIDOS

Olá Saneparianos (as):

Na diretoria do Saemac temos pessoas de diferentes opiniões e posições, assim como entre nós, trabalhadores e trabalhadoras da Sanepar. É bom que seja assim. É sadio que sempre saibamos debater opiniões diferentes sem ofensas, ouvindo atentamente e com respeito uns aos outros.

Temos também que saber entender quando há momentos que pedem uma posição conjunta de nossa parte como trabalhadores que somos, em defesa de nosso futuro e de nossa cidadania. Estamos vivendo agora um desses momentos em que se concentram medidas contra a condição de vida dos assalariados brasileiros.

Há um conjunto dessas medidas sendo propostas pelo governo Michel Temer que somam perspectivas de quebra de direitos e precarização das condições de trabalho e de vida:

- A PEC 55, a pretexto de controlar gastos públicos, prevê congelar por 20 anos os orçamentos da educação, da saúde e de outras políticas sociais, bem como brecar a valorização do salário mínimo, enquanto as previsões são de crescimento populacional e envelhecimento, fatores que multiplicam as demandas sociais;

- A Reforma da Previdência prevê aposentadoria por 100% do benefício só para quem tenha 65 anos de vida e 49 anos de contribuição. As medidas da reforma claramente prejudicarão aos trabalhadores, especialmente os de menor renda e que se veem forçados a informalidade;

- A perspectiva de terceirizações ilimitadas ameaça precarizar empregos e substituir empregos mais sólidos, onde os trabalhadores conseguiram conquistar maiores benefícios empregatícios, por outros mais baratos e desorganizados sindicalmente, portanto, desprotegidos;

- Para 2017 está prevista, ainda, uma reforma trabalhista que pretende instituir o chamado “primado do negociado sobre o legislado”, onde os patrões poderão pressionar por acordos que diminuam direitos assegurados em lei, como os relacionados a horas extras, férias e 13º salário, inclusive diminuição de níveis salariais.

É uma soma de medidas que joga nas costas dos assalariados a crise fiscal do estado. Também está sendo feita para atender os interesses empresariais por aumento da capacidade de concorrência.

Não estão repartindo a crise. Não estão taxando as grandes fortunas. Não estão abrindo mão de aumentos descabidos nos próprios salários. Não estão indo atrás dos sonegadores de impostos em geral. Não estão dialogando com os trabalhadores, mas com os financistas e empresários.

Nós do Saemac queremos tanto que a corrupção seja apurada e combatida quanto somos contra que joguem nas costas dos trabalhadores os custos da atual crise, aproveitando um governo que não foi eleito para implantá-las goela baixo, numa verdadeira avalanche.

Vamos estar informando do andamento dessas medidas, com base em fatos e avaliações balizadas. Queremos chamar todos os saneparianos e Saneparianas a lutar contra isso, porque não podemos ficar de braços cruzados quando os interesses mesquinhos se juntam contra nós, trabalhadores.

Com nossos cumprimentos a todos,

 Diretoria do Saemac

PRESSA EM VENDER AÇÕES LEVA PRESIDENTE E DIRETORES DA SANEPAR AOS EUA

Olá saneparianos (as)

No começo de novembro, dia 02, noticiamos que o governador Beto Richa se apressava em vender ações da Sanepar e da Copel, depois de conseguir autorização da maioria de deputados governistas para isso sem ter que passar antes por aprovação da Assembleia Legislativa. As notícias, então, eram de que pretendiam vender ações da Sanepar ainda este ano e ações da Copel no ano que vem.

Não só estão dispostos a vender as ações, como fazendo um empenho especial para isso, tentando convencer o mercado de “investidores” que comprar ações da Sanepar é um excelente negócio. Nesta semana, viajaram para os Estados Unidos, com tal “missão”, o Presidente Mounir Chaowiche, mais os diretores Gustavo Fernandes Guimarães (Financeiro), Ney Amilton Caldas Ferreira (Relações com Investidores) e Julio Jacob Junior (Jurídico), com a missão de “prestar esclarecimentos necessários aos investidores”, segundo nota divulgada para a imprensa.

O Governador e seu Secretário da Fazenda têm pressa em fazer caixa para o governo. E os diretores da Companhia estão a serviço desse interesse nos EUA. Esperam arrecadar entre R$ 1,42 e R$ 1,72 bilhão com venda de ações da Sanepar, das que não dão direito a voto. Dizem que essa venda de ações não significa privatização, porque o Estado continua a ter a maioria de ações que dão direito a voto. Mas na prática, a cada dia mais lucros são repassados aos acionistas e menos retorna em investimentos nos serviços. Quem fica feliz são o governo e os acionistas investidores. É a lógica privada.

O Saemac entende que o governo, com o aval da maioria de deputados que o apoiam, está tomando decisões à revelia do compromisso assumido quando eleito, sem debater esse assunto com a sociedade.

- É correto um governo dispor de um patrimônio que foi construído em muitas décadas, dando outra prioridade ao saneamento, quando deveria ser um serviço público essencial?

- Quanto deveriam valer as ações da Sanepar, considerando a segurança de retorno que representam ao longo do tempo, por haver exclusividade na exploração do saneamento?

- O que, concretamente, pretendem com os recursos arrecadados, para que a população possa julgar se vale essa venda?

O Saemac considera fundamental lançar a público essas perguntas.

Veja no link matéria da Folha de Londrina:

http://www.folhadelondrina.com.br/economia/diretores-da-sanepar-vao-aos-eua-para-vender-acoes-da-companhia-964969.html

UNIDOS, SINDICATOS PROTOCOLAM A PAUTA DE REIVINDICAÇÕES DOS SANEPARINOS PARA O ACT 2017/18

Unidos, o Saemac, o Sindaen, o Sindael e o Staemcp, sindicatos que representam os saneparianos, protocolaram ontem, 07/12, ofício dirigido à Sanepar, informando que as ações relacionadas as negociações coletivas, bem como as demais atividades sindicais de interesse dos trabalhadores da Sanepar serão tratadas de forma unificada pelas quatro entidades sindicais.

Hoje, 08/12, os sindicatos protocolaram a Pauta Unificada de Reivindicações dos empregados da Sanepar por eles representados, aprovadas em assembleias realizadas em todo Paraná, visando as negociações para o Acordo Coletivo de Trabalho – ACT 2017/18.

Março é o mês de nossa data-base e a preocupação dos sindicatos em protocolar a pauta já em dezembro é que exista o tempo necessário para uma boa negociação. Esperam que a empresa corresponda a essa preocupação, dedicando tempo e atenção em negociar que os trabalhadores estão reivindicando.

A Pauta Unificada de Reivindicações contém 53 itens, divididos em cláusulas que visam garantias ao Acordo Coletivo e ao emprego, cláusulas voltadas aos benefícios salariais e financeiros dos saneparianos, cláusulas de benefícios assistenciais aos empregados e familiares, cláusulas de normas administrativas das relações de trabalho, cláusulas relacionadas a organização e gestão sindical e disposições gerais relacionadas a validade e registro do Acordo Coletivo.

Os sindicatos chamam atenção dos trabalhadores da Sanepar para a importância da unidade, especialmente nesse momento. “Os direitos trabalhistas estão sob ameaça e nós precisamos somar forças para garantir um bom acordo, onde nossas conquistas de anos fiquem protegidas, e a produtividade de nosso trabalho resulte na recomposição salarial que merecemos”, afirma Gerti Nunes, presidente do Saemac.

“Os sindicatos estão unidos e vamos atuar assim. Precisamos da confiança e da disposição dos saneparianos para nos respaldar na negociação do ACT 2017/18”, completa Gerti.


Confira abaixo cópia do ofício dos sindicatos e da Pauta Unificada de Reivindicações:













APOSENTADORIA DE 100% SÓ COM 49 ANOS DE CONTRIBUIÇÃO, PREVÊ REFORMA DA PREVIDÊNCIA

Conforme já alertado pelo Saemac, a proposta da reforma da Previdência, agora oficializada pelo Governo Temer, pretenderá exigir que no futuro próximo o trabalhador brasileiro contribua por 49 anos se quiser se aposentar com 100% do que tem direito na aposentadoria. A proposta foi oficialmente divulgada dia 05/12.

A reforma prevê o mínimo de 65 anos de idade e de 25 anos de contribuição para que o trabalhador possa se aposentar. Porém, com 25 anos de contribuição só poderá se aposentar com 76% do valor possível para sua aposentadoria. A proposta prevê que o percentual do valor seja maior quanto maior for o tempo de contribuição, subindo 1% para cada ano de contribuição. Assim, é preciso mais 24 anos para o trabalhador chegar ao teto de 49 anos de contribuição e 100% do valor possível.

A proposta do governo propõe igualar a idade mínima para aposentadoria de homens e mulheres em 65 anos e essa regra se estenderia também aos servidores públicos e trabalhadores rurais e urbanos e detentores de cargos eletivos. Militares foram deixados de fora da proposta de reforma e o governo diz que terão um projeto de lei diferenciado. Deficientes físicos e trabalhadores em ambientes insalubres continuarão a ter regras especiais.

Pela proposta que o governo divulgou, as novas regras, se aprovadas, passariam a contar apenas para homens hoje com idade até 49 anos e mulheres com idade até 44 anos. Homens com 50 anos ou mais e mulheres com 45 anos ou mais, no momento em que as regras estivessem aprovadas, teriam uma regra de transição. As novas regras não valeriam para quem já está aposentado ou estiver em condições de se aposentar quando a reforma passar a vigorar, caso seja aprovada.

Para os sindicatos, o governo é tendencioso nos cálculos que faz para dizer que existe déficit. O governo só calcula a receita da contribuição ao INSS dos trabalhadores, empregadores, autônomos, trabalhadores domésticos, chamada de contribuição previdenciária e nas despesas calcula o total do gasto com os benefícios de pensão, aposentadoria, auxílios como auxílio doença, auxílio-maternidade e auxílio-acidente. Na receita da previdência devem ser inclusos também os recursos provenientes da Contribuição Social Sobre Lucro Líquido (CSLL), Contribuição sobre o Financiamento da Seguridade Social (CSLL) e do PIS-Pasep. Se forem consideradas essas outras fontes, conforme previsto na Constituição, não há déficit.

O movimento sindical promete uma batalha firme contra a reforma proposta pelo Governo Temer. O Saemac vai publicar matérias que esclarecem sobre o assunto e noticiar o andamento da luta sindical contra a quebra dos direitos previdenciários.

SENADO APROVA A PEC 55 EM PRIMEIRA VOTAÇÃO, SOB PROTESTO POPULAR

Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom - Agência Brasil
Ontem, 29/11, foi um dia de tristeza para os brasileiros, não só pelo acidente que vitimou o time da Chapecoense e jornalistas que o acompanhavam, mas também pela decisão do Senado Federal, onde a maioria de senadores governistas aprovou em primeira votação a PEC 55. Houve 61 votos favoráveis à PEC e 14 votos contrários. A votação em segundo turno está marcada para o dia 13 de dezembro.

Houve manifestação contra a aprovação da PEC em frente ao Congresso Nacional, no período da tarde, com a participação de milhares de pessoas. As estimativas variaram entre 10 e 30 mil pessoas, vindas de caravanas de trabalhadores e estudantes de vários pontos do país. Os manifestantes foram reprimidos com violência pela polícia. A votação da PEC só foi concluída perto da meia noite.

Havendo aprovação definitiva da PEC 55, os gastos públicos com as despesas primárias da união estarão congelados nos valores reais atuais por duas décadas, sendo corrigidos apenas pela variação inflacionária, baseada no IPCA.

Os gastos com saúde serão de 18% em 2017 e os gastos com educação serão de 15% do orçamento da união. A partir daí, tendem a ser comprimidos. Reajustados apenas pela inflação, ficarão muito abaixo das necessidades provocadas pelo crescimento e envelhecimento populacionais estimados. Gastos sociais como recursos para a previdência e o crescimento do salário mínimo ou carecerão que se tire recursos de outras áreas para mantê-los, ou não poderão cumprir suas finalidades.

Segundo economistas, em nenhum outro país esse tipo de regra foi implantada por um período tão longo, apenas para poucos anos e tendo por base o comportamento do PIB, ou seja, não eram aplicadas se houvesse crescimento do PIB – Produto Interno Bruto. Lembram ainda que há uma tendência mundial de revisão desse tipo de medida, que acabou penalizando as populações, sem estimular o crescimento da economia.

Com a perspectiva de que a PEC 55 seja aprovada na segunda votação, os parlamentares de oposição, o movimento sindical e outros movimentos sociais trabalham com a possibilidade de recorrer ao Supremo Tribunal Federal – STF, pois consideram também a PEC inconstitucional, por vários motivos, o principal deles por ferir o princípio “pétreo”, de vedação ao retrocesso social. As chamadas “cláusulas pétreas” da Constituição são consideradas invioláveis e não podem ser mudadas por emendas constitucionais.

CONVIDAMOS PARA A POSSE DA NOVA DIRETORIA DO SAEMAC, DIA 16/12

Convidamos todos os associados ao Saemac para a posse da diretoria Sempre na Luta, eleita para o mandato 2017 / 2020.

A solenidade de posse se dará no dia 16 de dezembro, com início às 19 horas, na Rua Rio Grande do Sul, 1679, Centro, em Cascavel.

O Saemac conta com o apoio de todos os associados e representados para que a diretoria que foi eleita tenha a unidade dos trabalhadores do saneamento dando respaldo para nossas lutas.






PARA APROVAR A PEC 55, SENADORES IGNORAM A CONSTITUIÇÃO

A Proposta de Emenda Constitucional - PEC 55 tem sua primeira votação no senado prevista para o dia 29 de novembro e a segunda votação para 13 de dezembro. Na Câmara dos Deputados, a PEC tramitou como PEC 241 e foi aprovada. Para ser aprovada no Senado, é preciso o voto de pelo menos 49 senadores nas duas votações previstas.

Mas os senadores governistas parecem dispostos a esquecer da própria constituição para aprová-la. Na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, o relatório do senador governista Eunício Oliveira foi aprovado por 19 votos a favor, tendo 7 votos contrários, dia 9 de novembro. Eunício Oliveira disse, na ocasião, não ver “qualquer violação” constitucional na PEC.


O voto dos governistas fez de conta que nem existia um estudo da Consultoria Legislativa do Senado, de 48 páginas, apontando que a PEC fere as chamadas “cláusulas pétreas” da Constituição, consideradas invioláveis, que não poderiam ser mudadas por emendas constitucionais. Entre as cláusulas pétreas está o princípio de vedação ao retrocesso social. Caso os investimentos na elevação do valor do salário mínimo, na saúde e na educação fiquem reajustados apenas pela inflação, enquanto a demanda social cresce muito além, o retrocesso social estará configurado, aponta o estudo.

PEC 55 PENALIZA ASSALARIADOS E POUPA AFORTUNADOS

 Com a Proposta de Emenda Constitucional - PEC 55, em tramitação no Senado, o governo de Michel Temer alega querer controlar os gastos públicos e propõe que as despesas da União só possam crescer de um ano para outro com base na inflação do ano anterior, medida pelo IPCA, por um período de 20 anos.

Uma parcela grande de economistas, o movimento sindical e diversos movimentos sociais criticam a PEC porque ela não ataca a injustiça fiscal no Brasil, que já favorece os mais ricos, e pretende passar também a conta do chamado “ajuste fiscal” para os mais pobres, ao estagnar os investimentos públicos em saúde, educação, salário mínimo e previdência social.

Segundo Grazielle David, assessora política do Instituto de Estudos Socioeconômicos -  Inesc, em artigo na revista Carta Capital, o governo Temer foca o ajuste fiscal na redução de despesas ao invés de focar na ampliação de receitas e erra com isso, pois nos últimos anos o que tem abalado as contas públicas tem sido a redução das receitas.

Grandes empresários e movimentadores financeiros, aponta Grazielle, praticam amplamente tanto a elisão fiscal quanto a sonegação. Elisão fiscal são as brechas na lei para reduzir ou evitar pagar tributos. E a sonegação, ilegal, é a burla e descumprimento das legislações tributárias. Um estudo do Sinprofaz – Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda, indica que em 2015 a sonegação fiscal média no Brasil ficou em 23,2% da arrecadação, o que equivaleu a 453 bilhões de reais ou 7,7% do PIB brasileiro.

Vale lembrar que sonegação fiscal é corrupção, embora o empresariado e a grande mídia queiram justificá-la dizendo que a carga tributária brasileira é alta demais. Ocorre que a carga tributária é acima de tudo mal distribuída. Ela pesa mais sobre os assalariados e a classe média e poupa grandes fortunas e grandes movimentações financeiras. Mas quem diz que o governo Michel Temer quer mexer nesse vespeiro?


INFORMAÇÕES SOBRE A TRAMITAÇÃO DA PEC 55

- A previsão é que a PEC 55 tenha sua primeira votação no Senado Federal dia 29 de novembro;
- Para aprovação definitiva há duas votações. A segunda está agendada para 13 de dezembro;
- Para aprovação de uma emenda constitucional no Senado é necessário o voto de uma maioria absoluta de pelo menos 49 senadores, nas duas votações previstas;
- Se houver alterações na proposta, que já foi aprovada pela Câmara dos Deputados, ela terá que ser novamente apreciada e votada ali.

AÇÃO PELO PCCR 2009: STF, POR UNANIMIDADE, NEGA EMBARGO DA SANEPAR

Em sessão virtual realizada dia 4 de novembro o Supremo Tribunal Federal – STF negou provimento aos embargos declaratórios apresentados pela Sanepar na ação impetrada pelo Saemac por não ter sido realizada pela empresa, em 2009, a avaliação de Competências, inviabilizando o pagamento de PCCR aos saneparianos.

O STF, por decisão da maioria, recebeu os embargos de declaração como agravo regimental, decidindo por avaliá-lo, mas, por unanimidade, negou provimento, ou seja, recusou o agravo da Sanepar por unanimidade.

Com essa decisão do STF, negando os embargos da Sanepar, o processo deve retornar à vara de origem, em Curitiba, nos próximos 60 dias. Quando isso acontecer, poderemos executá-la definitivamente, exigindo que a Sanepar proceda a avaliação. Como, com o passar do tempo, tornou-se impossível realizá-la, o Saemac irá pleitear a conversão dessa obrigação em uma  ação por Perdas e Danos, em favor dos saneparianos.

O Saemac e sua assessoria jurídica estão atentos e correndo atrás do que entendemos ser direito conquistado dos trabalhadores. Informaremos as novidades no andamento dessa ação.


ENTENDA A HISTÓRIA DA 
AÇÃO PELO PCCR 2009:

Para que todos entendam o andamento dessa ação, vamos fazer aqui um retrospecto:

- O Saemac entrou com ação contra a Sanepar por não ter efetuado a Avaliação de Competências em 2009 e não ter pago PCCR;

- Respondendo no processo, a Sanepar confirmou que em 2009 não foram realizadas as avaliações dos empregados, alegando falta de disponibilidade orçamentária;

- No julgamento inicial dessa ação, o Juiz da 8ª Vara do Trabalho de Curitiba indeferiu nosso pedido de concessão máxima de três Steps aos empregados, porém determinou que a Sanepar promovesse a avaliação dos trabalhadores, como deveria ter feito; 

- A Sanepar interpôs recurso no Tribunal Regional do Trabalho - TRT em relação a essa decisão, mas o recurso não foi aceito. Não satisfeita, a Sanepar interpôs Recurso perante o STF, que também negou seguimento a essa pretensão. Porém, mesmo perdendo sucessivamente, para ganhar mais tempo a Sanepar opôs embargos de declaração.


- Foi esse embargo que foi agora julgado, e a Sanepar perdeu novamente.

SAEMAC COBRA QUE EMPRESA NÃO DESCONTE IR SOBRE ADIANTAMENTO DE FÉRIAS


O Saemac cobrou da Sanepar que não desconte Imposto de Renda sobre os valores do adiantamento de férias dos empregados, visto que este adiantamento é posteriormente devolvido pelo empregado, como se a título de empréstimo, isento do imposto.

A solicitação do sindicato foi encaminhada através de ofício ao Diretor Administrativo, Luciano Machado, protocolado na última sexta-feira, dia 18/11.

Informaremos aos saneparianos o retorno da empresa sobre o assunto. 

CONFIRA CÓPIA DO OFÍCIO:


SAEMAC COBRA REUNIÃO DA SANEPAR, EM CUMPRIMENTO AO ACT

O Saemac protocolou ofício junto à Sanepar, dia 18/11, última sexta-feira, solicitando ao Diretor Administrativo, Luciano Machado, agendamento de reunião em cumprimento a duas cláusulas do Acordo Coletivo de Trabalho – ACT 2016/17: a Cláusula 31ª, que prevê reuniões bimestrais com os sindicatos para tratar de assuntos de interesse dos saneparianos e a Cláusula 33ª, que prevê uma comissão paritária com objetivo de tratar de reivindicações e propostas para a melhoria da relação entre a Sanepar e os saneparianos.

As duas cláusulas tem sentido complementares: buscar melhorias para os trabalhadores, que reflitam positivamente no ambiente da empresa e nas relações de trabalho.

Na opinião do Saemac, há muito a ser discutido e conversado nesse caminho, como os desníveis salariais e o baixo salário de ingresso; o peso do plano de saúde no salário dos trabalhadores e possível melhora nesse sentido; uma agenda de avaliação e critérios justos para o PCCR, onde o trabalhador seja reconhecido e recompensado por sua produtividade, entre outros assuntos.

Estamos no aguardo do agendamento da Sanepar. Informaremos as novidades.

Confira abaixo cópia do ofício do Saemac:


ACT 17/18: SANEPARIANOS VÃO APROVAR SUA PAUTA DE REIVINCAÇÕES

 Olá saneparianos

Hoje, 21/11, iniciamos as assembleias do Saemac que aprovarão a pauta de reivindicações dos trabalhadores da Sanepar para as negociações do Acordo Coletivo de Trabalho –. Elas irão até o dia 25/11.

Março é nossa data-base. É o período do ano em que os sindicatos que representam os saneparianos negociam com a empresa as condições salariais, condições de trabalho e benefícios aos trabalhadores pelo período dos próximos 12 meses. Na luta por um bom ACT 17/18, o Saemac, o Sindaen, o Sindael e o Staencp irão unificar a pauta de reivindicações, as ações de mobilização e a mesa de negociações.

O momento pede atenção dos saneparianos. É muito importante mantermos todas as nossas conquistas, acumuladas em acordos anteriores, e avançarmos nas negociações de salários e direitos. A empresa tem tido uma excelente produtividade e os trabalhadores merecem ser reconhecidos por seu desempenho.

Os sindicatos destacam a necessidade de correção salarial na Sanepar, que recomponha o poder aquisitivo de todas as faixas salariais e promova uma revisão no salário de ingresso, elevando seus valores a um patamar digno.

Outro ponto crucial é diminuir o peso das contribuições do saneparianos à Fundação Sanepar / Sanesaúde / Fusan, que corroem o poder aquisitivo de seus ganhos, em especial os dos menores salários com a manutenção do Plano de Saúde.

Os sindicatos também destacam a necessidade de correções no PCCR – Plano de Carreiras, Cargos e Remuneração, realizando uma avaliação adequada das funções, no prazo compatível e com reconhecimento aos critérios de desempenho e de tempo de dedicação à empresa.


Estamos publicando novamente aqui o calendário das assembleias, com datas, horários e locais. PARTICIPE!


ASSEMBLEIAS APROVARÃO AS REIVINDICAÇÕES DOS SANEPARIANOS PARA O ACT 17/18

Olá saneparianos

Chegou a hora de aprovarmos a pauta de reivindicações para as negociações do Acordo Coletivo de Trabalho – ACT 17/18 com a Sanepar. O Saemac divulga aqui o calendário das assembleias, que realizaremos de 21 a 25/11, com essa finalidade.

Também estamos divulgando aqui a pré-pauta que o Saemac está propondo para discussão junto aos trabalhadores e trabalhadoras da Sanepar. Essa pré-pauta é uma sugestão orientadora e todos podem dar sua opinião, propondo pontos que não estejam contemplados e também mudanças nos pontos que apresentamos. As sugestões serão submetidas à decisão das assembleias.

O Saemac reuniu-se com os demais sindicatos que representam os saneparianos (Sindaen, Sindael e Staencp), no sentido de unificarmos as reivindicações e a luta por um bom acordo para o período 2017/2018. Todos os sindicatos estão convictos da importância dessa unificação.

Nesse período em que os direitos trabalhistas estão sob ameaça tanto nas atitudes do governo federal quanto nas decisões do judiciário, é preciso fortalecer a negociação e apostar nossas forças nela.

O direito aos Acordos Coletivos de Trabalho é garantido no artigo 7º, inciso XXVI da Constituição Federal. O Acordo estipula direitos e condições de trabalho no âmbito da empresa, passando a compor os direitos coletivos dos empregados. Quanto mais fortalecemos nosso Acordo, mais garantidos estarão nossos direitos.

É hora de assembleias com MUITA PARTICIPAÇÃO!

FAÇA SUA PARTE NESSE ESFORÇO DE UNIÃO!



CONFIRA AS DATAS, HORÁRIOS 
E LOCAIS DAS ASSEMBLEIAS:




CONHEÇA A PRÉ-PAUTA DO SAEMAC: