/* */

AVISO DE ENCERRAMENTO DO PRAZO PARA INSCRIÇÃO DE CHAPA

 
 
 
 

 

UM PLANO DE CARGOS E SALÁRIOS QUE DESMOTIVA O TRABALHADOR




Muitos trabalhadores tem procurado o SAEMAC para relatar a insatisfação com o resultado das avaliações do PCCR, pois tiveram prejuízo na progressão de sua carreira. A frustração se deve principalmente porque a grande maioria não recebeu sequer um STEP, mesmo tendo uma conduta irrepreensível durante o ano.  As reclamação também se concentram nas falhas do sistema que não aceita o cadastro dos cursos realizados  e, dessa forma, não permite a ascensão do trabalhador.  Em várias gerências, a grande maioria dos  trabalhadores não ganhou sequer  um STEP.  

Infelizmente, esse é um resultado que já era esperado pelo SAEMAC desde quando o novo PCCR foi implantado. Assim que a formatação do novo plano começou a ser discutido, o SAEMAC  denunciou as dificuldades que estavam sendo impostas pela diretoria da Sanepar, como a falta de transparência em critérios técnicos e objetivos para serem aplicados nas avaliações, régua de corte para concessão do STEP e também a previsão orçamentária pré definida.

O “novo” PCCR da forma que foi implementado impede a progressão do trabalhador e não recompensa pela sua dedicação.  Deve ser o primeiro caso na história da gestão empresarial onde um plano de cargos e salários mais desmotiva do que motiva o trabalhador a se dedicar em prol da companhia.

Vários saneparianos estão sendo prejudicados pela falta de uma avaliação justa e sem critérios objetivos. A impressão é que a avaliação não depende do esforço do trabalhador, mas do gosto subjetivo de quem avalia.

O SAEMAC está recolhendo todos os relatos dos trabalhadores que chegam ao Sindicato para questionar a diretoria sobre as avaliações. É preciso transparência e correção dos critérios para que realmente seja um plano que recompense o trabalhador pelo seu esforço. Transparência já!

SABESP PRIVATIZADA E O EXEMPLO DA REESTATIZAÇÃO DE BERLIM


Considerada exemplo de gestão pública, empresa de saneamento de São Paulo agora será comandada pela iniciativa privada. Berlim também privatizou o seu saneamento nos anos 90, mas voltou atrás após pressão social.O governador paulista, Tarcísio de Freitas (Republicanos), acabou de ganhar uma imagem forte para demonstrar nas eleições de 2026 o seu compromisso com a redução da máquina pública: a privatização da Sabesp, a companhia estadual de saneamento básico.

Os números são superlativos. Com 28,4 milhões de clientes em 375 municípios, a Sabesp é uma das maiores empresas do mundo do setor. A venda de 32,3% de suas ações, liquidada nesta segunda-feira (22/07), arrecadou R$ 14,8 bilhões, e a procura por ações foi superior à da privatização da Petrobras.
A polêmica também foi grande. Parte da sociedade é contra a privatização do serviço de água e esgoto, por entender que isso encareceria tarifas e que o acesso deve ser garantido pelo estado. Outra parte entende que a privatização pode ampliar os investimentos e a eficiência do setor, ampliando a cobertura.

A privatização de estatais de saneamento ganhou força com a aprovação, há quatro anos, do Marco do Saneamento, que busca elevar investimentos privados no setor e definiu a meta de levar água encanada a 99% da população e coleta de esgoto a 90% até 2033.

Um dos argumentos a favor do marco é atrair recursos para construir redes de esgoto nas regiões mais negligenciadas, que sofrem com as doenças associadas à falta de saneamento básico.

Mas esse não é o caso da Sabesp, o que fez da sua privatização um caso particular. A empresa tem ações negociadas em bolsa desde 1997, e em 2023 registrou lucro líquido de R$ 3,5 bilhões. Na sua área de cobertura, 98% da população tem abastecimento de água e 93%, coleta de esgoto. E a companhia desfruta de boa imagem entre os paulistas: uma pesquisa realizada em abril pela Quaest apontou que 52% deles eram contra a privatização, e 36%, a favor.

EM BERLIM, PRIVATIZAÇÃO E REESTATIZAÇÃO
Em algumas cidades do mundo, a experiência de privatizar o serviço de saneamento deixou a população insatisfeita. Segundo uma pesquisa do Transational Institute, 364 delas decidiram reverter privatizações de saneamento desde a virada do século - entre eles, Paris e Berlim.

Na capital alemã, a empresa de água e esgoto - Berliner Wasserbetriebe (BWB) - foi parcialmente privatizada em 1999. O governo vendeu 49,9% de suas ações a duas gigantes do setor, a alemã RWE e a francesa Vivendi, que assumiram a gestão. Treze anos depois, após pressão social, o poder público comprou de volta as ações.

À frente da mobilização civil estava a organização Berliner Wassertisch, que organizou um referendo em 2011 - o primeiro da história da cidade - no qual a maioria dos votantes optou para que os contratos da privatização, então secretos, fossem tornados públicos.

Karl Goebler, membro da Berliner Wassertisch e cofundador do Berliner Wasserrat, relata à DW que a decisão pela parceria público-privada no saneamento ocorreu em um momento de crise fiscal do governo, que buscava recursos extras, e de entusiasmo mundial com as políticas neoliberais, que valorizam a privatização e a desregulação.

Os berlinenses, porém, desaprovaram a experiência. Goebler relata que a tarifa subiu 37% durante o período da privatização, "fazendo com que o preço da água em Berlim fosse o maior entre as cidades alemãs". Ele cita também que os contratos secretos semearam desconfiança na população e que, uma vez tornado públicos, mostraram que garantiam lucro mínimo de 8% para os investidores privados - coberto pelo governo se não fosse obtido por meio das tarifas.

Em 2012, o governo comprou de volta as ações da RWE e em 2013, as da Vivendi. Com a reestatização, diz Goebler, "os preços se estabilizaram e em alguns casos, caíram". "O controle público levou a maior transparência e abriu-se espaço para investimentos mais de longo termo."

Por outro lado, ele cita que a recompra das ações representou um gasto significativo para o governo, que teve de fazer empréstimos para isso, e que a transição da gestão privada para a pública trouxe "desafios burocráticos" para reconverter a estrutura corporativa de volta para o regime estatal.

FONTE: UOL


ALERTA! NOVA TENTATIVA DE GOLPE

 



O Sindicato alerta mais uma vez a todos os trabalhadores sobre as tentativas de golpe por bandidos que se fazem passar pela assessoria jurídica do SAEMAC. Estão entrando em contato com os trabalhadores, principalmente, por mensagens de Watsapp, utilizando as fotos dos advogados, mas com número diferente, se passando pelo advogados.

Nas mensagens enviadas, os bandidos falam sobre as ações judiciais que o Sindicato mantêm em nome do associado e pedem valores adiantados

O SAEMAC e a assessoria jurídica informam que NUNCA pedem pagamento prévio  das suas ações. Por isso, caso você receba alguma mensagem nesse sentido, desconfie e entre em contato com o SAEMAC para verificação e tirar as dúvidas. O Sindicato possui o  0800-600-5161  e Watsapp (45) 9101-5161. Ou, se preferir, entre em contato  diretamente com a assessoria jurídica, o escrtório Pimenta & Jorge, pelo número (41) 3077-6969.

Também solicitamos aos trabalhadores que receberam essas mensagens para que as encaminhe ao Sindicato para que possamos tomar as providências cabíveis visando a proteção do trabalhador e da integridade do Sindicato e do escritório Pimenta&Jorge.


ABERTO PROCESSO PARA ELEIÇÃO DA DIRETORIA DO SINDICATO


Dando transparência ao processo eleitoral de escolha da nova diretoria do SAEMAC para os próximos quatro anos, a comissão eleitoral publica  o aviso de abertura do período eleitoral, conforme comunicado abaixo:





AJUDA SOLIDÁRIA - AJUDE UM COLEGA SANEPARIANO

Nosso colega sanepariano, Marcos Faccin, de Francisco Beltrão, precisa da nossa ajuda. Infelizmente, a casa onde residia sua mãe pegou fogo e ela perdeu tudo. Para ajudar na reconstrução está sendo realizada uma vaquinha solidária.

Qualquer valor será muito bem recebido. Ajude!

CHAVE PIX: 589 044 259 72
Irene Pavan Faccin

ELEIÇÕES SAEMAC: SINDICATO LANÇA EDITAL PARA INSCRIÇÃO DAS CHAPAS


O SAEMAC lançou, neste domingo (21),  o edital abrindo as inscrições das chapas para a eleição da nova diretoria do Sindicato. As eleições acontecerão nos dias 28,29 e 30 de agosto quando os associados poderão escolher a nova diretoria para comandar o SAEMAC pelos próximos quatro anos.

O prazo para as inscrições  das chapas concorrentes será do dia 22 de julho até 26 de julho. Os registros das chapas devem ser feitas  na sede do SAEMAC, em Cascavel (Rua Mobral, 464 – Jardim Maria Luiza) das 08h às 12h  e das 14h às 18h.

CONFIRA O EDITAL DE CONVOCAÇÃO DAS ASSEMBLEIA:





SAEMAC SE ENCONTRA COM O DIRETOR PRESIDENTE DA SANEPAR


O presidente do SAEMAC, Rodrigo Picinin, junto com a assessoria jurídica do Sindicato,  a conselheira do C.A., Diane Agustini, e representante do D.A.,   realizaram uma reunião, na tarde desta quarta (17),  com o novo diretor presidente da Sanepar,  Wilson Bley Lipski.

No encontro, o SAEMAC apresentou as demandas dos trabalhadores, as preocupações com os processos privatistas das PPPs, a urgência de encerrar a política de precarização da mão de obra que foi imposta nos últimos anos e a necessidade de uma relação de mais diálogo da empresa com os saneparianos.

“Tivemos uma conversa respeitosa onde não deixamos de mostrar como a falta de diálogo dos últimos anos trouxe prejuízos não somente aos trabalhadores mas para a própria empresa. Enfatizamos que o Sindicato sempre esteve aberto a construir uma relação de diálogo e construção de uma Sanepar que valorize a mão de obra e continue como uma referência do saneamento do Brasil. Esperamos que o encontro de hoje possa ser uma mudança de rumo na gestão da companhia quando se trata da relação com os trabalhadores”, enfatizou Picinin.


SANEPAR SOB FISCALIZAÇÃO: SINDICATO ATENTO ÀS ESTRATÉGIAS DE NEGÓCIOS DA COMPANHIA


Nos últimos tempos, a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) tem enfrentado sérias questões sobre a transparência e a integridade de suas operações. 

A recente introdução de novas diretrizes para parcerias estratégicas, que visam explorar novas oportunidades de negócios sem a necessidade de processos licitatórios, levanta preocupações significativas sobre a possibilidade de fraudes e a integridade das contratações.

Histórias de operações passadas, como a Operação Ductos, que resultou em denúncias contra 26 pessoas e duas empresas por fraudes, corrupção e desvio de recursos, continuam a ecoar. Essa operação revelou um esquema de superfaturamento e favorecimento indevido em licitações, gerando prejuízos milionários aos cofres públicos.

Além disso, a Operação Águas Claras, deflagrada pela Polícia Federal, investigou fraudes em contratos de esgoto que resultaram no pagamento de propinas a funcionários da Sanepar, destacando um histórico preocupante de irregularidades (Tribuna do Paraná).

Outra falha notória na gestão da companhia foi o fracasso da CS Bioenergia, uma parceria entre a Sanepar e a Cattalini Bioenergia. O empreendimento, que prometia transformar resíduos em energia, não atingiu seus objetivos e foi alvo de críticas pela má gestão e falta de transparência.

O SAEMAC reafirma seu compromisso com a fiscalização rigorosa de todas as estratégias de negócios da empresa. Acreditamos que é fundamental garantir que a Sanepar mantenha seu compromisso com a legalidade, transparência e eficiência em todas as suas ações, especialmente ao buscar novas fontes de receita e inovação, sempre ao bem de toda sociedade.

É importante que a diretoria da Sanepar esteja ciente de que qualquer desvio de conduta não passará despercebido. A história mostra que a falta de fiscalização interna e a permissividade com práticas corruptas podem levar a consequências graves não apenas para a imagem da empresa, mas também para sua sustentabilidade financeira. 

A tentativa de esconder falhas de gestão e favorecimentos indevidos será continuamente monitorada e denunciada pelo SAEMAC, que atua em defesa dos trabalhadores e da sociedade paranaense.

Os trabalhadores, os investidores e demais partes interessadas são encorajados a acompanhar de perto o desenvolvimento dessas novas estratégias de negócios e  exigir clareza e responsabilidade em todas as decisões da Sanepar. 

A integridade e a transparência são essenciais não apenas para o sucesso a longo prazo da Companhia, mas também para a confiança da sociedade nos serviços prestados.

PRIVATIZAÇÃO SEM CONCORRÊNCIA: POR QUE APENAS UMA EMPRESA QUER COMPRAR A SABESP?

Equatorial, de Daniel Dantas e BlackRock, foi única a apresentar proposta por estatal paulista de saneamento

 


 A venda da lucrativa e maior empresa de saneamento do país por um preço 44% abaixo do seu valor real deveria atrair o interesse de diversos investidores. Mas, no caso da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), prestes a ser privatizada pelo governo de Tarcísio de Freitas (Republicanos), não foi assim.

A Equatorial, do Banco Opportunity, de Daniel Dantas, e da gestora Blackrock, dos Estados Unidos, foi a única a apresentar proposta para se tornar acionista de referência da empresa. Segundo especialistas, a falta de concorrência tem a ver com excesso de exigências feitas pelo governo paulista no processo de licitação e também com a insegurança jurídica envolvida no negócio atualmente contestado na Justiça.

“O governo sempre disse que essa privatização é um processo inovador, que era o melhor processo do mundo, mas, na verdade, ele está cheio de falhas. Ao longo do tempo, foram inventadas regras que afastaram possíveis competidores”, explicou Amauri Pollachi, conselheiro do Observatório Nacional dos Direitos à Água e ao Saneamento (Ondas) e especialista em saneamento e recursos hídricos.

Pollachi acompanha e critica a privatização da Sabesp desde que ela foi anunciada. Para ele, a venda da empresa estatal deve tirar do estado o controle de um serviço essencial, que é o fornecimento de água, e transferi-lo a quem só pensa no lucro. A falta de concorrência torna a venda ainda pior porque o retorno que o governo tende a ter com ela será menor do que o possível.

Pollachi listou ao Brasil de Fato uma série de medidas que reduziram a competição na privatização. Segundo ele, foram solicitados documentos traduzidos de interessados na Sabesp com pouco prazo para apresentação e foi determinado que os compradores da estatal não podem vir a concorrer contra a empresa em outros certames.

Isso, na avaliação de Polacchi, praticamente inviabilizou a participação de estrangeiros na privatização. Também inibiu propostas de empresas interessadas em expandir negócios para além de São Paulo.
Ele ressaltou ainda que o governo paulista estabeleceu um investimento mínimo que a empresa compradora da Sabesp terá de realizar no serviço de saneamento do estado, o que exige capital do comprador. Pollachi lembrou que cálculos do Sindicato dos Trabalhadores em Água, Esgoto e Meio Ambiente do Estado de São Paulo (Sintaema) apontam que esse investimento será menor do que o divulgado. Ou seja, uma empresa com um capital menor do que o estimado também poderia concorrer pela Sabesp, o que de fato não aconteceu.

Por último, Polacchi disse que as regras da privatização definiram que, mesmo que uma concorrente apresentasse uma proposta mais vantajosa pela Sabesp, existia a possibilidade de ela não levar a empresa. Isso porque, em última instância, a empresa perdedora poderia cobrir a oferta vencedora, se fosse do interesse de investidores que comprarão de forma pulverizada ações da estatal, que também serão vendidas.“Isso criou a última condição que afastou os competidores, afunilando na Equatorial”, disse.

INSEGURANÇA JURÍDICA
Ronaldo Coppa, ex-membro do Conselho de Administração da Sabesp, ressaltou que toda a contestação pendente de julgamento definitivo sobre a privatização da estatal também afugentou investidores interessados.

O Sintaema e outros movimentos populares já protocolaram na Justiça ações reclamando que a privatização fere a Constituição paulista, a qual prevê que o saneamento básico deve ser gerido sob a tutela estatal.

O próprio Sintaema já levou ao Tribunal de Contas do Estados (TCE) estudos que demonstram como a Sabesp foi posta à venda por um preço 44% mais baixo do que o de mercado e sob exigências de investimentos que não terão de ser cumpridas. O sindicato espera que o TCE atue para anular a privatização. Tudo isso, disse Coppa, eleva o risco envolvido no negócio, o que diminui o interesse de investidores.

E A EQUATORIAL?
A Equatorial conseguiu cumprir as exigências e aceitou tal risco. Fundada em 1999, a companhia, na verdade, cresceu comprando empresas públicas em dificuldades financeiras. Começou com empresas de energia. Entrou no ramo do saneamento em 2022, após adquirir a concessão do serviço no Amapá em 2021.Na época, a empresa tinha no conselho a executiva Karla Bertocco. Ela deixou o posto no órgão máximo de administração da companhia em dezembro.

Naquela época, Bertocco já era presidente do conselho de administração da Sabesp. Ela continua no cargo até agora, o que levantou suspeitas de um eventual favorecimento à Equatorial no processo de privatização.O fato de Bertocco ter trabalhado na Equatorial antes da Sabesp foi revelado em reportagem da Folha de S.Paulo. Governo de São Paulo, Sabesp e Equatorial negaram qualquer irregularidade e favorecimento a uma determina empresa na privatização.

Com informações do Brasil de Fato e do Valor Econômico






DIREITO DOS 15 MINUTOS ANTES DA HORA EXTRA DEVE SER USUFRUÍDO EM LOCAL APROPRIADO, ORIENTA SAEMAC





Com a vitória na Justiça da ação dos 15 minutos, proposta pelo SAEMAC, o Sindicato orienta o trabalhador que os 15 minutos de descanso antes da hora extraordinária deve ser usufruído em local apropriado. “Não adianta querer obrigar o trabalhador a descansar na sombra de alguma árvore ou dentro do veículo da empresa. Ele tem direito a usufruir seus 15 minutos de descanso em locar apropriado e decente. Mesmo que o trabalhador esteja longe, ele deve retornar  para o escritório ou sede da empresa para poder exercer seu direito e depois retornar para a jornada extraordinária”, orienta o presidente do SAEMAC, Rodrigo Picinin.

Outra orientação do Sindicato é para que os trabalhadores não façam o apontamento no cartão ponto no final do mês, mesmo sob intimidação da chefia. O Sindicato tem inclusive prints dos gestores mandando os trabalhadores corrigirem seus cartões (veja na imagem).


“Hoje, a prática corrente dentro da empresa é a diretoria exigindo que os gestores e coordenadores obriguem o trabalhador a apontar e corrigir o cartão ponto no final do mês como se tivesse descansado os 15 minutos mesmo que isso não tenha acontecido, ou seja, trabalha, não descansa e nem recebe. O trabalhador não deve fazer isso e denunciar a situação ao representante sindical da sua gerência ou diretamente no Sindicato para que tomemos as providências legais”, alerta Picinin.

Diante do resultado negativo para empresa no processo coletivo, a diretoria da Sanepar  emitiu uma circular informando aos trabalhadores representados pelo SAEMAC que devem cumprir o direito aos 15 minutos de descanso antes da jornada extraordinária. No comunicado, a diretoria também menciona que isso se aplica à compensação da jornada. Contudo, “Nossa ação judicial visa apenas o respeito ao intervalo de 15 minutos criado pela própria Sanepar, mediante norma interna, já que os  gestores estavam exigindo que os trabalhadores registrassem o ponto de maneira diversa da realidade, ou seja, mesmo sem terem usufruído os 15 minutos de descanso estavam sendo obrigados a registrá-lo no cartão ponto. Por isso, incluir a compensação nessa situação parece ser uma atitude da diretoria que ainda não aceitou a decisão judicial. Ao invés de corrigir a situação, a diretoria parece estar complicando ainda mais”, observa o presidente do SAEMAC.



SAEMAC COBRA AGILIDADE NA REPOSIÇÃO DE BOBINAS DE PAPEL DOS RELÓGIOS PONTO PARA MAIS TRANSPARÊNCIA






O Sindicato enviou ofício para a Sanepar cobrando mais agilidade na reposição das bobinas de papel dos relógios ponto. Devido a falta de papel no relógio, os trabalhadores tem ficado sem o comprovante do registro do ponto, o que dificulta o controle da jornada de trabalho por parte do sanepariano e  a transparência do processo de registro de ponto.  

O comprovante de ponto é um documento importante para o trabalhador, pois, pode servir como prova em casos de processos judiciais, onde exista algum tipo de contestação que envolva a jornada de trabalho.

A lei do ponto eletrônico é regida pelo artigo 74 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). No artigo 74 fica explicita a obrigatoriedade da geração de um comprovante de ponto, que serve como documento de cumprimento da jornada de trabalho.
Além disso,  a Portaria  671, do Ministério do Trabalho e Emprego, traz as regras a respeito do controle da jornada laboral determinando que a emissão dos comprovantes de ponto são obrigatórias assim como a sua disponibilização ao trabalhador com o objetivo de “comprovar o registro de marcação realizada pelo empregado” conforme a regra.

“A falta de reposição do papel para a impressão do ponto é uma preocupação que nos foi trazida por vários trabalhadores. Sem o registro impresso, o trabalhador não consegue ter o controle da sua jornada nem a comprovação do registro, o que afeta a transparência do processo de registro do ponto. Esperamos que a Sanepar tenha agilidade para solucionar esse problema”, enfatiza o presidente do SAEMAC, Rodrigo Picinin.

CONFIRA O OFÍCIO DO SINDICATO PARA A SANEPAR:






TRABALHADORES APROVAM PROPOSTA DA INSALUBRIDADE



Os trabalhadores das ETAS aprovaram, em assembleia, a proposta da Sanepar para a insalubridade. A votação aconteceu de forma online e presencial com as urnas apresentando o resultado de 57 votos favoráveis à proposta e 27 votos contra.

Pela proposta, a empresa vai restabelecer o adicional insalubridade, no grau médio, aos empregados relacionados na listagem "A" da minuta de acordo e pagar uma indenização pela supressão do adicional de insalubridade.

O Sindicato já informou a Sanepar,  através de ofício,  protocolado hoje, à tarde,  do resultado e cobrou agilidade para a assinatura do acordo aprovado e pagamento dos trabalhadores.

“De forma democrática, os trabalhadores manifestaram sua vontade em relação à proposta da insalubridade. A assembleia é soberana e vamos cumprir o que foi decidido pela maioria dos saneparianos que participaram da votação. Importante ressaltar que  foi graças a ação da entidade sindical que os trabalhadores tiveram seu direito reconhecido. Continuamos atentos e na luta para preservar e garantir os direitos dos  saneparianos”, enfatiza o presidente do SAEMAC, Rodrigo Picinin.

PARTICIPE DA ASSEMBLEIA DA INSALUBRIDADE! VOTA, TRABALHADOR E TRABALHADORA!




PARTICIPE DA ASSEMBLEIA DA INSALUBRIDADE! VOTA, TRABALHADOR E TRABALHADORA!

Clique no link para votar: https://www.assembleias.saemac.com.br/


SAEMAC PROTOCOLA CONTRAPROPOSTA DO PDV



O Sindicato protocolou, na tarde desta segunda-feira (1\07) a contraproposta para o Plano de Demissão Voluntária (PDV). Apesar de não ser a favor de planos de demissão, a diretoria do Sindicato procurou desenhar uma proposta que traga reconhecimento e valorização do esforço dos trabalhadores que ajudaram a construir a Sanepar. Além do aumento do valor mínimo para a indenização, a proposta reivindica a realização de concurso público no mesmo número de trabalhadores que aderirem ao programa; mantem o plano de saúde com subsídio de até 70%; garante o pagamento abono e do PPR 2024 e 2025 (proporcional) e estipula a forma do pagamento do PDV.

“O PDV deve dar condições para que o trabalhador que estiver saindo da empresa possa se manter e reestruturar em sua nova jornada. É nesse sentido que construímos essa contraproposta. Esperamos que a diretoria da Sanepar tenha bom senso e trate o sanepariano com a dignidade que ele merece”, enfatiza o presidente do SAEMAC, Rodrigo Picinin.

CONFIRA A PROPOSTA NA ÍNTEGRA: