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Vencido o ACT 2007-2008

Caros associados e trabalhadores, informamos que na data de hoje, 29 de fevereiro de 2008 finda o acordo assinado 2007/2008, a partir do dia 1º de março já deveria estar vigorando o ACT 2008/2009. 

Os representantes do SAEMAC estiveram reunidos nos dias 19 e 20 de fevereiro de 2008 para a primeira rodada de negociações. Estiveram presentes o Diretor Administrativo Hermes Rodrigues da Fonseca Filho, a gerente recursos humanos Tânia Mara Oliveira Nobile Toninello, Coordenador de Cargos, Salários, Concursos e Gestão por Competência Mário Luiz Pompei da Silva e o assessor jurídico Rosaldo Jorge de Andrade - Gerente da Unidade de Serviço Jurídica da SANEPAR. 

Foram dois dias de muita discussão para esclarecer e compreender as necessidades que atendam a todos os trabalhadores saneparianos. A empresa participou da reunião com seus representantes que optaram por encaminhar as reivindicações ao colegiado de diretores e numa discussão interna apresentar os tópicos que acreditam ser apreciados por ambas as partes - empresa e funcionários. Conforme opinião do diretor sindical Anibaldo Klais: “Pudemos ter uma visão clara dos anseios da Empresa, para podermos fazer uma negociação que traga um máximo de conforto para ambas as partes.”

E até hoje, caros colegas, estamos no aguardo da diretoria da empresa para que nos chame e apresente a proposta da empresa para que possamos rediscutir e apresentá-las aos trabalhadores. Para que os mesmos definam os rumos que deveremos tomar a partir deste momento.

Esperamos que a empresa seja prudente na sua linha de raciocínio e que sua proposta possa atender as solicitações apresentadas na pauta do ACT 2008/2009. Pois a pauta é representada pelo anseio e necessidade da categoria. E estamos aguardando o agendamento da reunião nesta primeira semana de março.

Governo assina convenções da OIT e atende demanda histórica das centrais

O governo Luiz Inácio Lula da Silva assinou e enviou ao Congresso as convenções 151 e 158 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), atendendo a uma reivindicação histórica do movimento sindical.

Interpretação da lei não terá distinção de Gênero

As mulheres brasileiras não poderão mais ser privadas de direitos legais por causa de má interpretação das leis que garantem direitos a todos os trabalhadores - expressão utilizada no gênero masculino, mas que engloba ambos os gêneros.

Conheça os principais pontos da proposta de reforma tributária

O Governo vai enviar hoje (28) ao Congresso Nacional a proposta de emenda à Constituição (PEC) da reforma tributária. A íntegra do texto ainda não foi divulgada pelo Ministério da Fazenda, mas os principais pontos já foram anunciados pelo Governo nos últimos dias em reuniões com governadores, parlamentares da base aliada e da oposição e setores da sociedade como lideranças sindicais e representantes da indústria.

Conheça os principais pontos da proposta já apresentados pelo Governo:

- Criação de um tributo único: o Imposto sobre Valor Agregado (IVA). O objetivo é substituir a cobrança do Financiamento da Seguridade Social (Cofins), do Programa de Integração Social (PIS), da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide-Combustível) e do salário-educação, que seriam extintos.

- Incorporação da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) ao Imposto de Renda de Pessoa Jurídica, para se transformar em um único imposto sobre o lucro.

- Unificação das legislações do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para acabar com a guerra fiscal. Atualmente, cada um dos 26 estados e o Distrito Federal tem regras específicas para o imposto. O texto também vai propor a cobrança do ICMS no estado de destino do produto, com manutenção de apenas 2% da alíquota do tributo no estado de origem. O Governo prevê uma transição de até seis anos para aplicação das novas regras para o ICMS. Um fundo de equalização de receitas compensaria possíveis perdas de arrecadação em alguns estados.

A desoneração da folha de pagamento das empresas, com redução da contribuição patronal para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), também chegou a ser apontada pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, como um dos pontos da reforma. No entanto, após reunião com centrais sindicais, o Governo decidiu conduzir a mudança na contribuição previdenciária por meio de projeto de lei, e não na mesma PEC da reforma tributária.

A proposta de reforma tributária prevê a manutenção de tributos como o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e o Imposto sobre Serviços (ISS), este último de competência dos municípios.

Contribuição patronal à Previdência

Na reunião das centrais sindicais, no último dia 25, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, os dirigentes sindicais pediram que a proposta de reduzir a contribuição das empresas para a Previdência saia da reforma tributária. Os sindicalistas alegaram que a desoneração coloca em risco o pagamento de futuras aposentadorias.

Segundo os sindicalistas, o presidente Lula afirmou que a proposta não fará parte da reforma tributária e será discutida por mais tempo. O Governo estudava incluir na reforma um mecanismo para reduzir o percentual pago pelos empregadores, que hoje é de 20%.

Para o presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva (PDT/SP), a redução da contribuição patronal significará uma perda de R$ 30 bilhões para os cofres da Previdência e o Governo ainda não apresentou uma forma de repor essa arrecadação.

"Não concordamos de jeito nenhum. O Presidente pediu para que o ministro Guido Mantega [Fazenda] reveja essa questão. Ficou definido que não irá para o Congresso junto com a reforma. Ele [Lula] vai se reunir com os empresários e pontuar que essa questão precisa ser discutida com as centrais sindicais para encontrar uma fórmula de financiamento da Previdência”, disse, após participar de reunião com o presidente Lula e o ministro Mantega, no Palácio do Planalto. Lula se reuniu com os empresários nesta quarta-feira (27), no Planalto.

Não à desoneração da folha

O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Artur Henrique, que também participou da reunião, alertou que o aumento da arrecadação e do emprego formal podem não ser necessários para compensar a desoneração da folha de pagamento.

“Desonerar a folha de salário não pode vir apenas como um risco que será compensado com o aumento da arrecadação e da formalização. É preciso acompanhar essa discussão com muita cautela, para que não se tenha um rombo nas receitas da Previdência. Não há garantia de que vai haver contratação de emprego formal”, disse.

“O ministro Guido Mantega, da Fazenda disse que a proposta de desoneração da folha não estará nessa proposta de emenda constitucional, mas seria colocada em uma proposta infraconstitucional, ou seja, mais tarde”, completou.

O presidente da Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB), Antonio Neto, indagou: "Se a Previdência já é deficitária, conforme argumentam economistas, como é possível reduzir a receita? Queremos saber qual será a contrapartida patronal. Ficamos inseguros”. (Com Agência Brasil)

Fonte: Agência Diap, 28 de fevereiro de 2008



Aumento no poder de compra do novo mínimo é o menor desde 2005

São Paulo – O novo salário mínimo, de R$ 412,42, começa a valer no sábado, dia 1.º de março, com reajuste de 8,52% sobre o mínimo atual (R$ 380). A data, que já estava prevista, foi confirmada pelo Ministério do Planejamento.

Gladir toma posse e critica terceirização

Cascavel - Em solenidade realizada no último fim de semana, em Curitiba, tomou posse a nova diretoria da Federação dos Bancários do Estado do Paraná (Feeb-PR), para a gestão 2008/2012. O presidente Gladir Basso, que preside também o Sindicato da classe de Cascavel e Região, foi reconduzido ao cargo em eleição realizada em 31 de outubro.
 

Fique de olho... Estamos a caminho das nossas conquistas!

Estivemos reunidos nos dias 19 e 20 de fevereiro em Curitiba representantes sindicais de toda a área de abrangência do SAEMAC, juntamente com o Diretor Administrativo Hermes Rodrigues da Fonseca Filho, gerente recursos humanos Tânia Toninelo, Coordenador Recursos Humanos Mário Pompei e o assessor jurídico Rosaldo Andrade, da SANEPAR.

Concursado que não toma posse deve ser indenizado

A Administração Pública tem a obrigação de indenizar candidato aprovado em concurso, mas não empossado na data correta. Valores: a soma das parcelas referentes à remuneração que teria recebido se tivesse sido nomeado no momento correto mais os adicionais por tempo de serviço. O entendimento é do ministro Luiz Fux, da 1ª Turma do Superior Tribunal de Justiça.

COMUNICADO: Ação dos dias parados

Estava prevista audiência de instrução e julgamento para o dia 12/03/2008 na respectiva ação trabalhista alusiva aos dias parados. Entretanto, a secretaria da 3ª vara do trabalho alterou a data da audiência para o dia 09/07/2008 às 12h45min.