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COLETIVO SINDICAL DEBATE CICLO DO PCCR 2026, DEMISSÃO EM MASSA E FUSAN EM REUNIÃO COM ENTIDADES REPRESENTATIVAS DA SANEPAR


Nesta quarta-feira (6), o SAEMAC participou de mais uma reunião do Coletivo Sindical para discutir temas que vêm impactando diretamente os trabalhadores da Sanepar. 

Participaram da reunião, de forma presencial, representantes do SAEMAC, SINDAEL, SINDAEN, STAEMCP, SIQUIM-PR, SINAEP, SINTEC-PR, SINSEPAR, SINDECON, SINPROPAR e SENGE-PR.

Entre os principais assuntos debatidos estiveram:

•Os descontos relacionados à equalização da FUSAN;

•As recentes demissões ocorridas na empresa;

•Os desdobramentos envolvendo o Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR), tema que tem gerado preocupação entre os trabalhadores.

UNIFORMIDADE NA APLICAÇÃO DO PCCR
Outro tema que mobilizou as entidades foi a necessidade de maior uniformidade na aplicação do ciclo do PCCR especialmente no processo referente a 2026.

Na avaliação do Coletivo Sindical, é fundamental que os critérios sejam aplicados de forma transparente, isonômica e padronizada em toda a empresa, garantindo segurança jurídica e tratamento igualitário aos trabalhadores.

Os dirigentes também destacaram o aumento significativo da procura pelos Sindicatos nos últimos dias. A implementação do avanço de carreira previsto no PCCR gerou dúvidas entre os empregados e ampliou a demanda por orientações e atendimentos prestados pelas entidades sindicais.

Ao final da reunião, o Coletivo reafirmou a importância da atuação conjunta para acompanhar os desdobramentos dessas pautas, cobrar esclarecimentos da empresa e garantir o respeito aos direitos previstos nos acordos coletivos e nas normas internas.

Para o presidente do SAEMAC, Rodrigo Picinin, a união das entidades é fundamental para fortalecer a defesa dos trabalhadores.

"O momento exige diálogo permanente entre as entidades e uma atuação firme na defesa dos direitos dos saneparianos. Precisamos de mais transparência no PCCR e na condução da gestão na Sanepar. O Coletivo Sindical seguirá unido para cobrar soluções e assegurar que nenhum trabalhador seja prejudicado", enfatiza Picinin.


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