ENTIDADES SINDICAIS SE UNEM PARA QUESTIONAR A IMPOSIÇÃO DA DIRETORIA DA SANEPAR NA MODIFICAÇÃO DA ESCALA DE SOBREAVISO


Em reunião, nesta quarta-feira (03), o SAEMAC, SINDAEN, SINDAEL, STAEMCP, SIQUIM E SINTEC definiram uma série de mobilizações para questionar a imposição da diretoria da Sanepar na modificação das escalas de sobreaviso e do pagamento para os trabalhadores referente a esta escala. Hoje, não há  pagamento homogêneo do sobreaviso, o que acaba prejudicando os trabalhadores.  Outra reclamação dos saneparianos refere-se à escala que obriga o trabalhador a  ficar de sobreviso  em jornada alternada, dia sim, dia não, o que acaba impedindo o trabalhador de ter um final de semana inteiro de folga com sua família. 

Os questionamentos dos Sindicatos não são de hoje. Há tempos e, de forma individual, cada uma das entidades sindicais procurou estabelecer uma negociação com a Sanepar para encontrar uma solução que não seja prejudicial aos trabalhadores. Porém, de forma intransigente, o que já se tornou uma característica da atual diretoria, a Sanepar simplesmente não quis negociação dando respostas vagas para os questionamentos dos Sindicatos. Mesmo quando  procurado o Ministério Público do Trabalho (MPT)  para uma mediação, a empresa continuou não querendo diálogo preferindo manter o trabalhador no prejuízo  a formar uma composição. Uma vergonha. 

Dessa forma, na reunião desta quarta,  as entidades sindicais, que representam cerca de 90% dos trabalhadores da companhia,  resolveram unir forças na luta contra esse sistema que tem precarizado os saneparianos. O objetivo será oficiar novamente a Sanepar para tentar um mesa de negociação. Ao mesmo tempo, será  convocado uma assembleia com todos os trabalhadores que tem sido prejudicados com a escala e os que não estão recebendo as 24 horas do sobreaviso  para deliberar sobre quais serão os rumos da mobilização. Além disso, de forma unificada, vamos acionar novamente o MPT visando aumentar a pressão em cima da empresa. É uma vergonha a má vontade da diretoria em querer deixar  o trabalhador sem folga aos finais de semana  e não pagar o sobreaviso. Vamos pra luta, trabalhadores. 


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