STF nega pedido da USP para não pagar salários de servidores em greve

O ministro Celso de Mello, do STF (Supremo Tribunal Federal), negou pedido da USP (Universidade de São Paulo) para não pagar salários dos servidores grevistas em 48 horas. Na decisão, Celso de Mello afirmou que os servidores têm garantido o direito de greve.

Melo ainda argumentou que o tipo de ação pretendida pela universidade não é o meio adequado para questionar o ato da Justiça Trabalhista.

A USP queria suspender uma ordem do TRT (Tribunal Regional do Trabalho) da 2 ª Região que determinou que a universidade pagasse os salários de julho até o dia 5 de agosto. Na mesma decisão, o juiz proibiu a universidade de cortar os salários dos grevistas, sob multa de R$ 30 mil por descumprimento.

Nesta quinta-feira (4/9), durante a terceira audiência de conciliação no TRT, o desembargador Davi Furtado Meirelles fez nova proposta para pôr fim à greve dos trabalhadores da USP (USP), que começou em maio e dura 100 dias.

A proposta do TRT-2 inclui reajuste de 5,2%, pagamento de vale-refeição e auxílio-transporte descontados dos grevistas e compensação do período não trabalhado.


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